Ispa N1 Minuto | Newsletter #59 – fevereiro 2026

Análise Psicológica: Um Novo Capítulo para a Revista que Marca Gerações

Eva Diniz Professora do Ispa e Coordenadora da “Análise Psicológica”

É com entusiasmo que (re)apresentamos a revista Análise Psicológica, publicada pelo Ispa, desde 1977. A Análise Psicológica é a mais antiga publicação em Psicologia em Portugal, que acompanhou (e, quem sabe, inspirou!) gerações de estudantes e de profissionais da área.

A revista tem como missão divulgar o avanço do conhecimento produzido em Psicologia, contribuindo para uma melhor compreensão do ser humano na sua diversidade desenvolvimental, relacional, comportamental, emocional e cognitiva.

Desde outubro de 2025, a Análise Psicológica conta com uma nova direção e uma nova equipa de Editores Associados, que tenho o prazer de coordenar. O nosso compromisso é dar continuidade à missão da revista, respondendo simultaneamente aos desafios científicos, sociais e editoriais que marcam o panorama atual da investigação.

Com o objetivo de acompanhar a vasta produção de conhecimento em Psicologia e assegurar as melhores práticas de publicação científica, a Análise Psicológica integra uma equipa de Editores Associados experientes, que representam as diferentes áreas da Psicologia: Clínica (David Neto), da Saúde (Tânia Brandão), da Educação (Joana Pipa), do Desenvolvimento (Maryse Guedes), Social (Nuno Gomes), das Organizações (Ana Sabino), Comunitária (Maria João Moniz) e Forense (Miguel Basto Pereira), bem como a área de Métodos e Medidas de Investigação em Psicologia (Filipe Loureiro).

Ao longo da sua história, a revista tem vindo a adaptar-se às exigências e transformações da publicação científica. Entre as mudanças mais recentes, destaca-se a publicação exclusivamente em língua inglesa, com o objetivo de reforçar a sua visibilidade e projeção internacional, o formato exclusivamente online, em regime de publicação contínua, e a indexação em bases de dados internacionais como a Scopus e a SciELO. A Análise Psicológica adota ainda as recomendações da ciência aberta, assegurando o acesso gratuito aos seus conteúdos.

A equipa da Análise Psicológica assume com entusiasmo a missão de promover o avanço da investigação em Psicologia, num contexto marcado por desafios globais significativos e por uma crescente diversidade científica, social e cultural.

Convidamos a comunidade académica, assim como profissionais e estudantes, a acompanhar as suas publicações, a submeter os seus trabalhos e a fazer parte de uma comunidade científica empenhada numa Psicologia rigorosa, atual e socialmente relevante.

Explore a revista, leia os artigos mais recentes ou submeta o seu trabalho em:

http://publicacoes.ispa.pt/index.php/ap/index

João Paulo Carreira Teles Ribeiro é psicólogo clínico e psicoterapeuta, formado pelo ISPA e membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Especializado em psicodrama psicanalítico de grupo e em psicoterapia psicanalítica de casal e família, desenvolveu um percurso que integra prática clínica individual, grupal e sistémica.

Iniciou a carreira em contextos comunitários, aprofundando o interesse pelos fenómenos grupais e pelas dinâmicas sociais. Construiu depois uma sólida experiência hospitalar, com quase uma década na Equipa de Pedopsiquiatria do Hospital de Vila Franca de Xira. Atualmente integra o serviço de Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia, no internamento e na Clínica da Juventude, acompanhando crianças, adolescentes e famílias. Mantém prática privada em psicologia clínica e dedica-se à investigação e à escrita nas áreas da psicanálise, psicoterapia e psicologia grupal.

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Nome completo: João Paulo Carreira Teles Ribeiro.

Idade: 57 anos.

Situação familiar: Vivo conjugalmente e tenho um filho.

Local de nascimento? Setúbal.

Foi aí que cresceu? Sim, cresci em Setúbal.

Se pudesse reviver algo da sua infância, o que seria? São muitas as memórias da minha infância. Fui uma criança que brinquei na rua e em casa com os meus amigos, sendo que a maior parte deles eram colegas de escola e vizinhos. Os meus tempos de férias na casa de campo do meu avô também constituem memórias prazerosas.

Lugar preferido? Tenho uma ligação especial a Tróia, pelos momentos que lá passei na minha infância e adolescência, à zona de Óbidos e aos Açores, pelos mesmos motivos.

Tem algum passatempo? E “mania”? Tenho alguns passatempos, como viajar, cinema, música, leitura, conviver com amigos, investigar e expandir os conhecimentos acerca dos processos psicoterapêuticos, individuais e de grupo. Gosto de ser o mais verdadeiro possível comigo e com os outros, podendo denominar este gosto como uma mania.

Uma coisa que faz melhor do que ninguém? Não me agradam comparações com os outros, porque considero que todas estas comparações são, essencialmente, subjetivas e injustas, para o próprio ou para os outros. Não penso desta forma, comparativamente. As únicas comparações que gosto de estabelecer são internas, comigo mesmo, no sentido de avaliar o meu percurso evolutivo, no que cresci e aprendi e no que tenho por crescer e aprender. Todavia, há coisas que sei fazer e considero ter qualidade. Acho que sei o que é generosidade, no sentido de dar e de possibilitar que me deem, penso também, honesta e humildemente, que possuo competências para exercer a profissão de psicólogo e psicoterapeuta, embora saiba e reconheça que é uma profissão de uma constante aprendizagem e crescimento. Este constante crescimento é fascinante, e um dos meus motivos de realização e sentido existencial. Gosto também de escrever e do processo criativo associado à escrita, com os meus momentos de prazer e, igualmente, de angústia, dado ser exigente no que pretendo transmitir por palavras.

O que o fascina? Fascina-me a natureza humana, a sua complexidade, o inconsciente, o funcionamento psíquico, a sua riqueza. Fascinam-me as pessoas e a possibilidade do encontro com o outro, enquanto momento que possibilita apreendermos e enriquecermo-nos, como individualidades e grupalidades. Fascinam-me os fenómenos de grupo, pelos quais nutro um permanente interesse de estudo e investigação. Fascina-me as psicoterapias e a riqueza inerente ao processo psicoterapêutico. Fascina-me o estudo do universo, o micro e o macro, pelo que me fascinam a biologia e a física. Fascina-me a poesia, a arte de criar por palavras uma intimidade única com o universo emocional. Fascina-me a pintura, o cinema, o teatro e a música. Não conseguiria viver sem nenhuma destas formas de expressão humana.

O que os outros gostam em si? Creio que a generosidade e o empenho com que me entrego às minhas causas serem do agrado e reconhecimento dos outros.

E o que gostam menos? Talvez a frontalidade. O meu amor à verdade faz com que tenha a verdade como um valor supremo, sendo que por vezes ser frontal e o mais verdadeiro possível pode ser desagradável. Procuro, porém, ser cuidadoso e empático quando manifesto o meu sentir e ponto de vista, pois, como disse o psicanalista Wilfred Bion, verdade sem amor é crueldade.

O que queria ser quando era pequeno? Quando era pequeno desejei ser médico. Lembro-me de brincar aos médicos. Penso que a questão do cuidar esteve presente desde cedo.

Como foi a sua formação e porque escolheu essa área? Quando tive a disciplina de psicologia no ensino secundário fiquei fascinado. Nessa altura tive o primeiro contacto com a obra de Freud, que me encantou, e me motivou a estudar psicanálise. Vim para psicologia devido a esse fascínio pela mente humana, para estudar psicanálise.

Foi influenciado pelos seus pais ou familiares, nesta escolha? Foi uma decisão pessoal, movida pelo desejo que expressei anteriormente, ainda que fizessem parte do meu círculo familiar as conversas sobre psicologia.

Como é que iniciou a sua carreira profissional, e como foi esta correndo? A minha carreira profissional foi iniciada em bairros sociais, numa intervenção clínica que também era comunitária. Foram experiências ricas, que me mostraram o impacto dos grupos humanos no nosso psiquismo e a importância do contexto social. De alguma forma, foram experiências percussoras do meu interesse pela intervenção grupal e pela abordagem sistémica, mesmo antes de efetuar a formação em psicodrama psicanalítico de grupo, na Sociedade Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo, e a formação de psicoterapia familiar e de casal psicanalítica, na Poiesis – Associação Portuguesa de Psicoterapia Psicanalítica de Casal e Família. Depois do trabalho em bairros, com toxicodependentes, crianças e jovens, fui trabalhar na pedopsiquiatria, onde estive cerca de 10 anos na Equipa de Pedopsiquiatria do Hospital de Vila Franca de Xira, e estou desde o final do ano passado na Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia, no Internamento da Pedopsiquiatria e com adolescentes, na Clínica da Juventude. Ao longo dos anos em trabalho hospitalar fui realizando psicoterapias individuais, grupais – psicodrama e outras abordagens psicoterapêuticas de grupo -, familiares e de casal, com crianças, adolescentes e famílias. Concomitantemente, tenho-me dedicado à prática privada de psicologia clínica.

Como chegou ao Ispa? A minha chegada ao Ispa teve a ver como desejo de estudar psicanálise, que anteriormente referi. Sabia que o Ispa se dedicava ao ensino da psicanálise, e conhecia a excelente reputação que o Ispa já tinha nessa altura, final dos anos oitenta.

Maior orgulho, em termos profissionais? Os maiores orgulhos que profissionalmente fui tendo foram as evoluções psicoterapêuticas dos meus pacientes. E ter consciência do papel que também tive nessas evoluções.

Qual o maior obstáculo profissional que enfrentou? Os casos graves que fui acompanhando em apoio psicológico e psicoterapia, nos quais tudo o que fiz foi muito importante para essas pessoas.

O que mais o motiva, profissionalmente? Motiva-me continuar a crescer profissionalmente, motiva-me escrever artigos científicos sobre as minhas áreas de especialização profissional, motiva-me ensinar o que fui apreendendo com os meus Mestres, motiva-me manter os Mestres vivos em mim, e os seus legados, motiva-me continuar a trilhar novos caminhos e estabelecer laços com os meus pacientes, e com as pessoas da minha vida social, pessoal e profissional.

Se tivesse sido algo completamente diferente, o que teria sido? Teria sido escritor, durante um período da minha vida desejei-o.

Tem sonhos? Muitos. O maior de todos é estar na vida acompanhado pelo amor.

Gostava de voltar a estudar? Considero que nunca deixei de estudar. Contudo, se formalizasse os meus estudos seria para efetuar um doutoramento na área da psicologia grupal ou um mestrado em filosofia.

Último livro que leu? Neste momento tenho na mesa de cabeceira o livro “Ave do Arremedo”, de Walter Tevis. É um livro que me marcou e que me tem acompanhado ao longo da vida. Um livro sobre como sobreviver ao ataque ao humanismo, à cultura e às emoções, e mantermo-nos humanos e vivos. Um livro que aconselho vivamente a leitura e releitura. Depois, a poesia de vários poetas que me acompanham, como Herberto Hélder, Fernando Pessoa, Al Berto, Eugénio de Andrade, Pablo Neruda, T. S. Eliot, entre outros. Na área da psicoterapia, os livros sobre psicologia grupal, psicodrama, terapia familiar, psicanálise e grupanálise têm estado presentes na minha vida.

Filme preferido? “Paris, Texas”, de Wim Wenders.

Música preferida? Várias músicas fazem parte da banda sonora da minha vida. Músicas de Nick Cave, de Leonard Cohen, de David Bowie, de Lou Reed, de Chico Buarque e de José Afonso, por exemplo. Tendo de escolher uma música, talvez a escolha recaia em “Perfect Day”, de Lou Reed.

Imagem preferida? O painel que Miguel Ângelo pintou no teto da Capela Sistina, “A Criação de Adão”, no qual Adão parece procurar que Deus toque nos seus dedos, com o intuito de dar-lhe a vida.

O que é ser do Ispa? Ser do Ispa é preservar um vínculo forte com uma instituição e com a sua cultura, com os amigos que lá fizemos e com as vivências partilhadas. O sentimento de pertencer a um grupo e a uma instituição que faz parte da nossa identidade e vida.

Que pergunta gostava que lhe fizessem? A pergunta que as pessoas da minha intimidade fazem: “quem és tu?”.

BEJUST: Tornar o Sistema de Justiça Mais Claro, Mais Seguro e Mais Humano

Telma Sousa Almeida – Professora do Ispa-Instituto Universitário  

A investigação em Psicologia ganha particular relevância quando produz conhecimento capaz de melhorar práticas institucionais e fortalecer direitos fundamentais. É nessa interseção entre ciência e responsabilidade pública que se insere o projeto BEJUST – Breaking Barriers to Enhance Criminal Justice Interactions and Safeguards for ASD in Portugal, que coordeno no Ispa – Instituto Universitário.

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Financiado no âmbito da Social Research Call 2024 da Fundação “la Caixa”, entre 428 candidaturas internacionais, o BEJUST é o primeiro estudo nacional dedicado a analisar, de forma sistemática, as interações entre pessoas autistas e/ou com Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) e o sistema de justiça português, incluindo Forças e Serviços de Segurança e Tribunais.

Embora a literatura internacional tenha vindo a aprofundar a relação entre justiça e neurodiversidade, em Portugal continuam a faltar dados estruturados sobre como estas interações são vividas. Sabemos pouco sobre a forma como diferenças na comunicação, no processamento da informação ou na regulação emocional são interpretadas em contextos jurídico-institucionais. Sabemos ainda menos sobre que ajustamentos são disponibilizados, como são avaliados e qual o seu impacto na confiança no sistema

O BEJUST responde a esta lacuna através de uma metodologia integrada, combinando questionários nacionais dirigidos à comunidade neurodivergente e a profissionais das forças de segurança e da magistratura com entrevistas qualitativas aprofundadas. Esta abordagem permite articular dados quantitativos e qualitativos, assegurando uma análise robusta das experiências e das práticas institucionais. O objetivo é produzir evidência que permita identificar obstáculos comunicacionais e institucionais, mapear práticas existentes e sustentar recomendações concretas para formação, procedimentos e salvaguardas legais.

O projeto integra um conselho científico internacional composto por especialistas na área da psicologia, justiça e neurodiversidade, assegurando alinhamento com padrões científicos exigentes e com a investigação desenvolvida noutros contextos europeus. Esta articulação reforça o posicionamento do Ispa e do William James Center for Research na produção de conhecimento competitivo e com projeção internacional.

Esta investigação não parte de uma lógica de crítica institucional. Integrar conhecimento psicológico no funcionamento do sistema de justiça promove interações mais claras, maior confiança institucional e profissionais mais bem preparados para lidar com situações complexas.

O BEJUST encontra-se atualmente em fase de recolha de dados a nível nacional, junto da comunidade neurodivergente e de profissionais do sistema de justiça. A divulgação ativa do estudo pela comunidade Ispa é essencial para que estas experiências se traduzam em conhecimento estruturado e impacto real.

Ao envolver estudantes, investigadores e parceiros institucionais, o projeto integra-se plenamente na dimensão formativa e científica da nossa comunidade académica e no posicionamento do Ispa na investigação aplicada com relevância nacional e internacional.

Produzir ciência implica assumir responsabilidade pública. O BEJUST representa esse compromisso ao colocar a Psicologia ao serviço de instituições sustentadas por evidência científica, capazes de integrar a diversidade humana no exercício quotidiano das suas funções.

 

Site

ww.bejust.pt

Questionário da Comunidade Neurodivergente

https://ispawjrc.qualtrics.com/jfe/form/SV_39Q9S0iYcFYwNWm

Questionário dos Profissionais

https://ispawjrc.qualtrics.com/jfe/form/SV_bJAxSVw9brpsnLU

 

Conheça os últimos artigos publicados.

Azevedo, I., Reiner, F., Robalo, J.I., (…), Ideia-Freitas, P., Pereira, A.M. (2025). Low mitochondrial genetic diversity and distribution of the goblin shark (Mitsukurina owstoni Jordan, 1898). Revista Ciencias Marinas Y Costeras, 17(2), pp. 87-105. https://doi.org/10.15359/revmar.17-2-5

Budniok, S., Bakermans-Kranenburg, M., Bosmans, G., & van IJzendoorn, M. H. (2026). Epistemic trust as a window into the allostatic function of oxytocin: A synthesis of rodent and human studies. Neuroscience and Biobehavioral Reviews181, 106500. https://doi.org/10.1016/j.neubiorev.2025.106500

Cabral, S., Mata, L., & Peixoto, F. (2026). Preparing pre-service teachers for family engagement: perspectives on training, challenges and self-efficacy. Education Sciences16(1), 83. https://doi.org/10.3390/educsci16010083

Duarte-Coelho, P., Miranda, Almada, F. , Teixeira, N., Avellaneda, K, Robalo, J. I., & Pereira, A. M. (2026). First record of Cylista ornata (Holdsworth, 1855) and new records of Cylista troglodytes (Price, 1847) (Cnidaria, Actiniaria, Sagartiidae) on the Portuguese coast corroborated by genetic data. Check List22(1), 7–16. https://doi.org/10.15560/22.1.7

Gomes, I., & Dias Neto, D. (2026). Self-care and personal therapy in the development of clinical psychologists’ self-efficacy. Journal of Contemporary Psychotherapy: On the Cutting Edge of Modern Developments in Psychotherapy. https://doi.org/10.1007/s10879-026-09714-z

Iversen, I. A., Alaerts, K., Bakermans-Kranenburg, M., Becker, B., Blair, R. J., Bartz, J. A., Connelly, J. J., Ditzen, B., Ebner, N. C., Kang, H., Lawson, E. A., Lønfeldt, N. N., Moerkerke, M., Montag, C., Mora-Jensen, A.-R. C., Horta, M., Peled-Avron, L., Procyshyn, T. L., Sartorius, A. I., … Quintana, D. S. (2026). The active monitoring of oxytocin research evidence (AMORE) platform. Psychoneuroendocrinology185, 107713. https://doi.org/10.1016/j.psyneuen.2025.107713

Jarego, M., Costa, P. A., Tasker, F., Pais, R. J., & Ferreira, V. A. (2026). (tele)work and family conflicts in times of the covid‐19 pandemic: Working‐age gender role challenges. Family Relations: An Interdisciplinary Journal of Applied Family Studies. https://doi.org/10.1111/fare.70123

Lemos, D., Brandão, T., Diniz, E.(2026). Empathy in children and adolescents with autism spectrum disorder: a systematic review. Women S Reproductive Health. 1 https://doi.org/0.1080/23293691.2026.2623117

Manoli, A., Kyprianidou, M., Lamnisos, D., Lubenko, J., Presti, G., Squatrito, V., Constantinou, M., Nicolaou, C., Papacostas, S., Aydın, G., Chong, Y. Y., Chien, W. T., Cheng, H. Y., Ruiz, F., Garcia-Martin, M. B., Obando-Posada, D. P., Segura-Vargas, M., Vasiliou, V. S., McHugh, L., … Kassianos, A. (2026). Beyond emotions: social cognitive predictors of covid-19 vaccination intentions before and after vaccine roll-out. PLOS Global Public Health, 6(1), e0005668. https://doi.org/10.1371/journal.pgph.0005668

 

Moreira, I., Gordo, L. S., Neves, A., Silva, M. I., Assis, C., Robalo, J. I., Francisco, S. M., & Sequeira, V. (2025). Age, growth, and reproduction of the axillary seabream (Pagellus acarne) off the coast of Portugal. Fishery Bulletin123(4), 221–234. https://doi.org/10.7755/FB.123.4.2

Pereira, A. M., Raposo, C., Sylla, M., Barbosa, C., Catry, P., Patrício, A. R., & Robalo, J. I. (2025). On the By‐Catch of DNA Barcoding: The first record of Cubera Snapper Lutjanus cyanopterus (Cuvier, 1828) in Guinea‐Bissau, West Africa. Aquaculture, Fish & Fisheries5(4), 1–5. https://doi.org/10.1002/aff2.70092

Serra, R., & Dickinson, A. (2026). Against cure, against backlash: neuroaffirmative responses to antifeminism and the war on autism. Frontiers in Political Science, 1–5. https://doi.org/10.3389/fpos.2025.1736909

Schou-Juul, F., Serrat, R., Hinrichsen, C., Szczesniak, D., Cannella, V., Jarasiunaite-Fedosejeva, G., Östlund, L., Brites, R., Ostríž, R., Atienza Carrasco, J., Palkova, K., Holmerova, I., Korkmaz-Yaylagul, N., Brandão, T., Silva, R., Ulman, Y. I., Gordijn, B., Johansson, L., Bielsten, T., … Lauridsen, S. (2026). Ethical principles in European National Dementia Strategies: A Framework Analysis. Journal of Aging & Social Policy, 1–21. https://doi.org/10.1080/08959420.2025.2599117

van Moorselaar, D., Theeuwes, J., & Van der Stigchel, S. (2025). Alpha-band activity tracks reflexive changes in the breadth of the zoom lens of attention. The Journal of Neuroscience : The Official Journal of the Society for Neuroscience45(44). https://doi.org/10.1523/JNEUROSCI.0706-25.2025

MASTER CLASS | “Thinking ahead: When, why and how would you preregister your study?”

A master class “Thinking ahead: When, why and how would you preregister your study?” assinalou, a 4 de março, na Sala de Atos do Ispa – Instituto Universitário, um momento dedicado à reflexão sobre práticas de transparência na investigação científica. Orientada pela Professora Doutora Marian Bakermans-Kranenburg e integrada no Doutoramento em Psicologia, a sessão sublinhou o papel da pré‑registração na robustez metodológica dos estudos e na promoção de ciência aberta. Um encontro que reforçou o compromisso institucional com a qualidade da investigação e a formação avançada.

4 de março de 2026 | 17h30 | Sala de Atos – Ispa – Instituto Universitário | Entrada Livre (sujeita à lotação da sala)

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3.º Encontro de Psicologia Clínica Psicanalítica

O 3.º Encontro de Psicologia Clínica Psicanalítica realizou‑se a 4 de março, na Sala de Atos do Ispa – Instituto Universitário, centrado no tema “Trabalhar psicanaliticamente com casais”. Organizado pelo Mestrado em Psicologia Clínica Psicanalítica, o encontro abordou os desafios clínicos que a vida conjugal coloca à prática psicanalítica, destacando o casal como uma entidade psíquica própria, marcada por fantasias, pactos e conflitos que ultrapassam a soma das subjetividades individuais. A sessão contou com a conferência de Éric Smadja, psiquiatra, psicanalista e antropólogo, que apresentou o seu mais recente trabalho dedicado aos ritmos psíquicos da vida conjugal e às especificidades técnicas do trabalho clínico com casais. Seguiu‑se o comentário de João Paulo Ribeiro e um espaço de diálogo com o público.

4 de março de 2026 | 14h00–16h00 | Sala de Atos – Ispa – Instituto Universitário | Entrada Livre

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EXPOSIÇÃO “Mana” 

A Galeria Malangatana inaugurou, a 11 de fevereiro, a exposição “Mana”, de André Príncipe, um projeto que convida o público a entrar num universo de silêncios, espera e resiliência. Inspirada no conceito polinésio de Mana, entendido como uma força sagrada capaz de conferir influência e ação, a mostra apresenta um conjunto de fotografias realizadas nos estabelecimentos prisionais de Odemira, Tires e Santa Cruz do Bispo durante o outono de 2025. Entre rotinas rígidas, ausências marcadas e gestos suspensos, o trabalho revela fragmentos de vida em contexto prisional feminino, onde coexistem vulnerabilidade, resistência e marcas profundas das trajetórias pessoais. A inauguração incluiu o lançamento do livro que acompanha o projeto, um convite a olhar de frente realidades que muitas vezes preferimos evitar.

Até 30 de abril de 2026 | Galeria Malangatana – Ispa – Instituto Universitário | Entrada Livre

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Candidaturas Abertas

As Histórias de Vida, enquanto forma de (re)construir as experiências vividas, atribui-lhes significados e dá sentido à identidade pessoal, constituindo um instrumento poderoso na relação de ajuda, nomeadamente na relação terapêutica.

Inscreva-se no curso “Histórias de Vida” e aprenda a utilizar uma abordagem metodológica que permite promover nos clientes a (re)construção de uma realidade múltipla da sua história, das experiências sensoriais, emocionais, cognitivas e de significados antes vividos.

Candidaturas Abertas

Os transtornos de ansiedade foram os mais prevalentes, afetando aproximadamente 9% da população, seguidos dos transtornos depressivos (6%) e dos relacionados com o consumo de álcool e drogas (4%). 📈

Estes valores evidenciam a necessidade de saber prevenir e intervir nos transtornos psicológicos como a ansiedade. ⚖️

Inscreva-se no curso Entrevista Clínica, Prevenção e Intervenção Psicológica na Ansiedade do Adulto para conhecer a melhor forma de atuar junto desta população. 

Candidaturas Abertas

Uma escuta eficaz da criança exige muito mais do que empatia. Requer técnicas específicas, adaptadas ao seu nível de desenvolvimento cognitivo, emocional e linguístico. 

 Inscreva-se na formação “Audição da Criança” e aprenda as metodologias práticas para conduzir entrevistas com crianças de diferentes idades, promovendo uma comunicação clara, acolhedora e respeitadora.

“Análise Psicológica” reforça direção e convida à submissão de novos trabalhos científicos

A Análise Psicológica, a mais antiga revista científica de Psicologia publicada em Portugal, inicia um novo ciclo editorial com uma direção renovada e um convite à comunidade académica para a submissão de novos trabalhos. Editada pelo Ispa – Instituto Universitário desde 1977, a revista reafirma o seu compromisso com a promoção do conhecimento psicológico e com o diálogo entre investigação, prática e ensino. Publicada exclusivamente online e em acesso aberto, garante ampla visibilidade aos artigos, reforçada pela indexação em bases de dados nacionais e internacionais. A nova direção, coordenada por Eva Diniz, integra uma equipa de editores associados que representa as principais áreas da Psicologia e procura consolidar os padrões de rigor científico e diversidade temática. A Análise Psicológica convida investigadores, docentes e profissionais a acompanhar os números mais recentes e a submeter artigos, revisões e estudos empíricos através da plataforma oficial da revista. 

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Ispa abre concurso para contratação de investigador doutorado em projeto financiado pela FCT

O Ispa – Instituto Universitário tem aberto, entre 13 de fevereiro e 16 de março de 2026, o concurso ADDICTRESPONSE/03/CT/2026 para a contratação de um investigador doutorado equiparado a investigador júnior, no âmbito do projeto “Vencer e libertar‑se da dependência de álcool: O papel da capacidade de desviar o foco da atenção”. A investigação será desenvolvida no William James Center for Research, com financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e centra‑se nos mecanismos cognitivos associados à dependência do álcool, com especial enfoque nos processos atencionais envolvidos nos comportamentos aditivos.

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Ispa abre concurso para atribuição de 1 bolsa de investigação em projeto financiado pela FCT

O Ispa – Instituto Universitário tem aberto, entre 20 de fevereiro e 5 de março de 2026, o concurso DISRUPT/05/BI/2026 para a atribuição de uma bolsa de investigação destinada a estudantes, no âmbito do projeto “A interferência do uso de telemóveis na qualidade parental e emoções da criança”, desenvolvido pelo William James Center for Research e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. A bolsa integra uma investigação dedicada ao impacto das práticas digitais na parentalidade e no bem‑estar emocional infantil.

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Ispa abre concurso para investigador mestre em Psicologia

O Ispa – Instituto Universitário tem aberto, entre 25 de fevereiro e 24 de março de 2026, o concurso para a contratação de um investigador com grau de mestre na área da Psicologia, no âmbito do projeto “CONTRAVERSE: Contraditório, mas Fluente: Explorando os Limites da Ilusão de Falsidade”. A investigação será desenvolvida no William James Center for Research, com financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, e incidirá em tarefas de revisão de literatura, programação de estudos experimentais, recolha e análise de dados e apoio à disseminação científica. Podem candidatar‑se titulares do grau de mestre em Psicologia ou áreas afins, com experiência em investigação experimental e domínio das línguas portuguesa e inglesa. 

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António Fábio da Silva conclui Doutoramento em Educação – Ispa – Instituto Universitário

Ana Sabino – RHMagazine

O Serviço de Candidaturas & Atendimento Académico tem como objetivo um contacto mais próximo e facilitado com os seus estudantes e candidatos, gerindo vários canais de atendimento, nomeadamente atendimento remoto.

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