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Esta época é vivida de forma muito diferente por cada um de nós. Uns desejam-na e investem grande empenho nela, outros, pelo contrário, detestam-na e desejam que passe rapidamente, e outros ainda, desdenham de uns e dos outros.

É por isso ingrata a tarefa de redigir uma mensagem Natalícia dirigida a todos. Mas talvez haja, pelo menos, um significado universal desta época: o da solidariedade e da responsabilidade individual e coletiva perante o Outro.

Esta responsabilidade perde, no entanto, o sentido quando a reservamos exclusivamente para alguns de entre nós: os mais próximos, os mais parecidos connosco, os que nos servem, os menos incómodos. Se a solidariedade for, realmente, uma das mensagens da época, que nos abra então a oportunidade de refletirmos no caminho que, individual e coletivamente, ainda podemos percorrer na construção de uma comunidade solidária e com futuro. Temos pela frente um ano inteiro de oportunidades para agir.

Excelente ano de 2022 para todos!

Maria João Gouveia
Vice Reitora
do Ispa

Não se cresce sozinho

Lourdes Mata confessa que “nunca me passou pela cabeça largar a profissão de educadora de infância. Disse sempre que era aquilo que gostava e que queria – mas, quando comecei a trabalhar, achava que não o sabia fazer bem”.


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Nascida em Envendos, uma aldeia do concelho de Mação, na Beira Baixa, foi aí que passou toda a sua infância, no seio de um agregado familiar numeroso: “sou a terceira de seis irmãos – cinco raparigas e um rapaz. O meu pai tinha um negócio de transformação de presunto, azeitonas e azeite. Estive lá até à minha quarta classe”. A partir daí, segundo conta, não havia oportunidade de prosseguir estudos. “Os meus pais decidiram que, quando concluíssemos o ensino possível em Envendos, iríamos para um colégio interno. As minhas duas irmãs mais velhas foram para Santarém e, quando chegou a minha vez, também fui. Só voltávamos nas férias e, normalmente, só tínhamos uma visita por mês”.

Quando chegou a altura do quarto irmão, as coisas complicaram-se: “já não havia orçamento familiar e levantou-se também a questão de o colégio de rapazes ser em Abrantes, com toda a gestão logística que isso implicava”. Assim, a mãe mudou-se para Oeiras com os filhos que já tinham acabado o respetivo ciclo e, à medida que os outros o faziam, mudavam-se também. “Fiz lá o liceu. Desde sempre disse que queria ser educadora de infância, mas os meus pais não aceitaram muito bem. Na altura não era curso superior e eles puseram então, como condição, que eu tirasse ao mesmo tempo uma Licenciatura”.

Inscrevendo-se na Associação de Jardins-Escola João de Deus, faltava decidir que Licenciatura seguir: “gostava de Ciências e, como a Faculdade de Ciências era próxima, fui tirar Biologia. Acabava as aulas na Estrela e descia para a Rua da Escola Politécnica”. Apanhou o grande incêndio de março de 1978, depois do qual as aulas passaram a decorrer provisoriamente na Avenida 24 de Julho. “Não me arrependo de ter ido para a Faculdade de Ciências, foram aprendizagens muito importantes e tinha um grupo de colegas muito próximo e divertido. Entretanto acabei o curso de educadora de infância e fui trabalhar. Ainda tentei continuar Biologia, pelo menos para ter o Bacharelato completo, mas as cadeiras que existiam em pós-laboral eram muito poucas. Fiz as que havia e, quando já não tinha mais alternativas, acabei por desistir”.

No colégio onde estava a trabalhar, em Oeiras, Lourdes Mata conta que não tinha os materiais e instrumentos para desenvolver adequadamente a metodologia que aprendera na sua formação; ao mesmo tempo, “comecei a questionar se aquela era a minha forma de pensar a Educação. Uma das colegas tinha o sonho de tirar psicologia e desafiou-me a ir também, para aprender mais sobre desenvolvimento infantil e aprendizagem, com o fim de conseguir mudar a minha prática”. Inscreveu-se no Ispa em pós-laboral que ainda funcionava na Feira Popular. No ano seguinte conseguiu um trabalho no Algarve, levando-a a frequentar o polo de Beja, “onde fui aluna durante um ano. Só funcionava ao fim de semana. Saía de Montechoro apanhando o comboio, depois a automotora… Ficava sexta e sábado a assistir às aulas, e depois regressava”. No ano seguinte, já de volta a Lisboa, ficaria a trabalhar no Jardim de Infância da Manutenção Militar, “perto do Ispa, que se mudara recentemente para a Rua Jardim do Tabaco. Continuei o curso em pós-laboral, sempre dizendo que a minha vinda para Psicologia foi apenas para saber mais, que não largaria nunca a educação de infância”.

Quando estava a concluir a Licenciatura, “eu e alguns colegas, entre os quais o Professor Francisco Peixoto, resolvemos formar uma cooperativa, o ICEOP – Instituto Cooperativo de Estimulação e Orientação Psicopedagógica. Candidatamo-nos ao Instituto de Emprego e Formação Profissional com um projeto ambicioso: a construção de um edifício para Jardim de Infância. Enquanto não recebíamos o financiamento, alugámos um consultório nos Anjos que era a nossa sede; tínhamos avenças com várias instituições e organizávamos muita formação para professores e educadores. Tínhamos também estabelecido uma parceria com a Câmara de Sintra para a cedência de um espaço no qual montaríamos um Jardim de Infância… Não consegui conciliar a atividade profissional de Educadora com estes desafios todos, pelo que acabei por largá-la”. Atrasos na implementação do projeto e escassez de financiamento acabaram por inviabilizar o nosso projeto. Contudo, nessa mesma altura “abriu no Ispa uma vaga para assistente da Professora Margarida Alves Martins, na cadeira de Psicologia Educacional. Concorri e foi assim que entrei para o Ispa como professora”.

Esta nova posição trouxe para Lourdes Mata a necessidade de fazer o mestrado em Psicologia Educacional, que na altura era lecionado em parceria com a Universidade de Aix-en-Provence: aí, “o maior desafio foi ter que escrever uma tese e defendê-la em francês, que só tinha tido no liceu”. Começou com a Professora Margarida Alves Martins a investigar sobre os conhecimentos e apropriação precoce da linguagem escrita em crianças pequenas: “foram anos de muita aprendizagem”. No doutoramento, realizado na Universidade do Minho, não abandonou esta temática, mas o foco principal passou a ser o papel da família “naquilo que chamamos de literacia familiar – práticas de literacia informais, do quotidiano, que podem ajudar a promover os conhecimentos e as competências de linguagem escrita das crianças naturalmente. Ao longo da minha carreira fui, gradualmente, alargando este âmbito da família para o processo de educação geral”.

Falando do estado atual da Educação de Infância, Lourdes Mata argumenta que “está mais clara e fundamentada, com investigação, a relação positiva entre os contextos de educação de infância, os anos de frequência e o sucesso escolar posterior. Parece-me que já se começou a perceber que não é só um sítio para entreter crianças”. No entanto, alerta, “existe uma interpretação errada desta qualidade. Há quem pense que passe por ensinar precocemente as coisas que vão acontecer na escola: letras, números… Passa muito mais por dar a oportunidade de explorar, refletir, ter espaço de diálogo e interação com os colegas desde pequenos, de brincar, de planear e desenvolver projetos em conjunto e de aprender desta forma participativa”. Tudo isto exige, ou implica, um conjunto de competências que se podem desenvolver desde muito cedo nas crianças “e são essas que, mais tarde, promovem até alguma autonomia e responsabilização; são essas que, a meu ver, devem ser desenvolvidas no jardim de infância. Naturalmente, os outros conhecimentos e aprendizagens vão surgindo”.

Ao longo da sua carreira Lourdes Mata considera que, indubitavelmente, “a investigação que fiz foi muito importante para o meu crescimento e o meu pensamento. Aquilo que neste momento me faz sentir mais realizada é algum efeito que o trabalho que desenvolvi possa ter, direta ou indiretamente, para a qualidade da abordagem pedagógica em contexto de Educação de Infância”. Este contributo decorre, em parte, da sua colaboração, que já vem desde há muitos anos, com a Direção-Geral da Educação (DGE). Em especial, “há uns anos, depois de um parecer e de uma comissão que integrei, pediram-me para elaborar uma brochura para apoiar os educadores de infância na sua abordagem à linguagem escrita. Mais tarde fui convidada, pela Professora Isabel Lopes da Silva, para a equipa que ia fazer a revisão das Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar (OCEPE). Estas colegas têm-me ajudado a crescer imenso e a mudar e evoluir na forma como penso a educação de infância. Apesar da revisão já ter saído em 2016, mantemo-nos em contacto e todos os anos temos escrito algum artigo ou algum texto muito direcionado para apoiar a sua implementação”.

Para a divulgação das OCEPE, Lourdes Mata e as restantes autoras haveriam de, a convite da DGE e pela Associação de Profissionais de Educação de Infância, percorrer o país a “esclarecer que grandes mudanças estavam nestas orientações e as diferenças em relação à versão anterior. Tenho presente, de todas essas sessões, as salas e auditórios sempre cheios e a abertura e disponibilidade enorme por parte dos educadores para se apropriarem dessas alterações e compreenderem como é que poderiam implementá-las na prática”. Na sequência desta revisão das OCEPE, a DGE considerou que havia a necessidade de organizar outros documentos que apoiassem os educadores na prática. “Foi nesse âmbito que surgiu a brochura mais recente, que escrevi em conjunto com a Isaura Pedro, sobre o envolvimento e participação das famílias na educação, editada em 2020”.

Outro aspeto que contribui para a realização profissional de Lourdes Mata é “a formação inicial que temos no Ispa de educadores e professores; integrar o grupo que pensou na estrutura curricular e na sua implementação foi muito desafiante”. Quando se pergunta se tem saudades de ser educadora, confessa que “às vezes tenho, sempre tive um pouco. Contudo, neste momento estou bem, pois estou próxima da prática”.

Numa reflexão mais introspetiva, “acho que o trabalho que faço em conjunto com os meus colegas da Psicologia e da Educação me ajuda a ir refletindo e crescendo.  Não se fique com a ideia que nesta altura já não se cresce. Estamos sempre a aprender e em desenvolvimento – e isso só se consegue em parceria, não se faz sozinho. Ao longo do meu percurso, tive a sorte de encontrar e trabalhar com as pessoas certas nas alturas certas, que me ajudaram a evoluir e a ser quem sou hoje”.

Já em relação aos seus alunos, Lourdes Mata deseja que “tenham sempre capacidade de refletir, de dialogar, de argumentar e explicar o seu ponto de vista. Todos temos que fazer o nosso caminho, tomar as nossas opções, para encontrarmos a melhor forma de atuar enquanto profissionais. Acho que essa é a mensagem principal: compreendam por que fazem, porque querem fazer, como fazem e saibam para onde querem ir”.

O que é, para Lourdes Mata, ser Ispiana?

“Já estou cá há 30 e muitos anos… comecei como aluna e agora sou professora. Acima de tudo, acho que é algo muito forte que nos liga e que passa por pensar, questionar, refletir para crescer. Passa também por compreender que isso se faz em conjunto: o espírito Ispiano constrói-se nas relações e no ambiente positivo. Neste momento, temos uma casa muito maior, somos muitos, mas acho que não se perdeu esta relação de proximidade e o pensar o outro enquanto também Ispiano”.

A COP 26 do Clima e os Desafios Existenciais que Enfrentamos


Artigo de opinião por Emanuel Gonçalves (Professor Associado e Coordenador do Mestrado em Biologia Marinha)

Vivemos hoje tempos extraordinários a vários níveis nas nossas sociedades, mas dois desafios existenciais sobrepõem-se a todos os outros face à ameaça que colocam ao planeta e, principalmente, ao desenvolvimento humano. Refiro-me à Emergência Climática, onde sabemos hoje que temos pouco mais de uma década para não comprometer o clima do planeta a um futuro incerto e de grandes perturbações globais, e à Crise de Extinção de Espécies, com um milhão de espécies em risco de desaparecer nas próximas duas décadas se não alterarmos o nosso modelo de desenvolvimento económico.

Neste contexto, decorreu no passado mês de novembro, em Glasgow, a Conferências das Partes (COP 26) da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas que, como habitualmente, junta os líderes mundiais de governos, empresas e sociedade civil para acordar soluções globais para combater a emergência climática. Ocorreu num contexto particularmente desafiante, dado ser a primeira cimeira multilateral de grande escala desde o início da pandemia. Verificou-se uma mobilização significativa da sociedade civil e ativismo ambiental, mas também do mundo dos negócios.

As consequências do que fizermos na próxima década vão perdurar durante os próximos séculos, pelo que as expectativas que a COP 26 permitisse avançar a agenda internacional eram particularmente elevadas – em concreto, as medidas que permitam limitar o aquecimento global a 1.5ºC no final do século, o financiamento climático e os mercados de carbono estavam na agenda como áreas centrais onde se esperava progressos decisivos. Assim, os compromissos nacionais para manter a temperatura global dentro do Acordo de Paris deveriam apresentar desenvolvimentos significativos. Também os compromissos para o financiamento global para ajudar os países em desenvolvimento a atingir os objetivos climáticos, e que se estima ser da ordem dos 100 mil milhões de dólares anuais, deveriam ser reforçados. Finalmente, os desenvolvimentos sobre o mercado de carbono a nível global que permitam criar os incentivos necessários para a descarbonização estavam em discussão.

Apesar do nível de ambição inicial e da urgência em fazer avançar a agenda climática, os resultados da COP 26 ficaram muito aquém do que seria necessário. De facto, na área da energia apenas se conseguiu um apelo para diminuir a utilização do carvão e dos subsídios aos combustíveis fósseis, quando se esperava compromissos mais decisivos. No mercado de carbono foram dados passos para a sua concretização, mas falta ainda estruturar esses instrumentos e garantir a sua implementação. Os compromissos alcançados colocam ainda o planeta num aquecimento de 1.8 a 2.4ºC no final do século, longe dos 1.5ºC necessários, e o tempo para alcançar esta meta está a esgotar-se, tendo o planeta atingido já os 1.2ºC de aquecimento. O Oceano e o seu papel central para a mitigação dos impactos das alterações climáticas, bem como as medidas de proteção da biodiversidade que permitirão enfrentar a crise de extinção de espécies e contribuir para a descarbonização, encontram-se ausentes das discussões.

Apesar disso, foram alcançados alguns progressos nomeadamente na área da mobilização da sociedade civil, como por exemplo na campanha “Race to Zero” ou na “Alliance of CEO Climate Leaders”, e ainda no ativismo ambiental. Mas teremos de fazer muito mais, muito rapidamente, e a COP 26 constituiu mais um momento importante de discussão, mas cujos resultados ficaram aquém da urgência que a atual situação encerra. A liderança dos governos e a mobilização da sociedade civil serão centrais para a resposta a estes desafios.

William James Center for Research no catálogo da Agência Espacial Europeia

“O Ispa e o WJCR estão habituados a estar na linha da frente de tudo o que se está a passar em termos de investigação”.


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Aumento de temperatura do mar origina mais “divórcios” entre albatrozes

O Professor do Ispa Paulo Catry integrou um estudo que descobre uma relação entre o aquecimento da temperatura da água do mar e a prevalência de divórcios numa população de albatrozes.


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ARTIGOS PUBLICADOS

  • Rathenau, Sara, Sousa, Daniel, Vaz, Alexandre, & Geller, S. (2021). The effect of attitudes toward online therapy and the difficulties perceived in online therapeutic presence. Journal of Psychotherapy Integrationhttps://doi.org/10.1037/int0000266
  • Morato, T. et al. (Gonçalves, Emanuel). (2021). Dense cold-water coral garden of Paragorgia johnsoni suggests the importance of the Mid-Atlantic Ridge for deep-sea biodiversity. Ecology and Evolutionhttps://doi.org/10.1002/ece3.8319
  • Torres, Nuno, Martins, D., Monteiro, L., Santos, António J., Vaughn, B. E., & Veríssimo, Manuela. (2022). Salivary oxytocin after play with parents predicts behavioural problems in preschool children. Psychoneuroendocrinologyhttps://doi.org/10.1016/j.psyneuen.2021.105609
  • Salles, J., et al., The COVISTRESS Network. (Antunes, Samuel, Neto, David, Almeida, Pedro, Gouveia, Maria J., Quinteiro, Pedro). (2021). Changes in cannabis consumption during the global COVID-19 lockdown: The international COVISTRESS study. Frontiers in Psychiatryhttps://doi.org/10.3389/fpsyt.2021.689634
  • Kosilo, M., Costa, Mónica, Nuttall, H. E., Ferreira, H., Scott, S., Menéres, Sofia, Pestana, José, Jerónimo, R., Prata, D. (2021). The neural basis of authenticity recognition in laughter and crying. Scientific Reportshttps://doi.org/10.1038/s41598-021-03131-z
  • D’Amore, S. et al. (Costa, Pedro A.). (2021). Correction to: Heterosexual University Students’ Attitudes Toward Same-sex Couples and Parents Across Seven European Countries (Sexuality Research and Social Policy, (2020), 10.1007/s13178-020-00511-4). Sexuality Research and Social Policyhttps://doi.org/10.1007/s13178-021-00671-x
  • Figueiredo, C., Grilo, T. F., Lopes, Ana R., Lopes, C., Brito, P., Caetano, M., & Raimundo, J. (2022). Differential tissue accumulation in the invasive Manila clam, Ruditapes philippinarum, under two environmentally relevant lanthanum concentrations. Environmental Monitoring and Assessmenthttps://doi.org/10.1007/s10661-021-09666-y
  • Kassianos, A. P., et al. (Neto, David). (2021). Mental health and adherence to covid-19 protective behaviors among cancer patients during the covid-19 pandemic: An international, multinational cross-sectional study. Cancershttps://doi.org/10.3390/cancers13246294
  • Donofre, G. S., Campos, J. A. D. B., Marôco, João, & da Silva, W. R. (2021). Cross-cultural adaptation of the social appearance anxiety scale to the portuguese language. Jornal Brasileiro De Psiquiatriahttps://doi.org/10.1590/0047-2085000000336
  • Santos, A. C., Simões, C., Daniel, João R., & Arriaga, P. (2021). Portuguese validation of the Cognitive Emotion Regulation Questionnaire short version in youth: Validity, reliability and invariance across gender and age. European Journal of Developmental Psychologyhttps://doi.org/10.1080/17405629.2021.2011201
  • Pechorro, P., DeLisi, M., Gonçalves, R. A., & Marôco, João. (2021). Bold, mean and disinhibited: Getting specific about the mediating role of self-control and antisocial outcomes in youth. Psychiatry, Psychology and Lawhttps://doi.org/10.1080/13218719.2021.1995519

SAVE THE DATE

A marcar no calendário: Um estado da ciência sobre a Psicologia da Dor.

Nos próximos dias 29, 30 e 31 de março de 2022, o Ispa alberga a conferência “Ispa Psychology & Pain Management – Psychological management of pain: a state-of-the-science update”. Peritos nacionais e internacionais na área discutirão este tema, com o patrocínio científico da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e da Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde.

Mais novidades em breve.


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Ciclos de Conferências – 2021/22

O Ciclo de Conferências faz o seu habitual interregno. Volta em fevereiro, na Sala de Atos, com oradores e tópicos para vos fazer ousar saber.


Podem consultar o programa disponível aqui »

Workshop “Introdução à Avaliação das Representações de Vinculação na Infância – Attachment Story Completion Task”

No âmbito do Mestrado em Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento, irá realizar-se, nos próximos dias 10 e 11 de janeiro de 2022 no Ispa, o Workshop Introdução à Avaliação das Representações de Vinculação na Infância – Attachment Story Completion Task.


Mais informações cecf@ispa.pt

Professora Doutora Isabel Leal distinguida com Prémio Carreira

A Reitora do Ispa, Professora Doutora Isabel Leal, recebe esta quarta-feira, pelas 17h, o Prémio Carreira Sul 2021 da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

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Professor João Marôco recebe Richard M. Wolf Memorial Award

O Professor João Marôco foi distinguido com o prestigiado Richard M. Wolf Memorial Award, atribuído pela International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA).

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Kids Dive na Madeira

O projeto Kids Dive, liderado pelo professor e investigador do Ispa Frederico Almada, viajou até à Madeira e levou alunos de quatro escolas a mergulhar para proteger o Oceano, numa iniciativa que tomou lugar de 22 a 24 de novembro.

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Isabel Leal na HealthNews

Paulo Catry na Visão

Tendo como objetivo um contacto mais próximo e facilitado com os seus estudantes e candidatos, o Ispa criou a Unidade de Acolhimento e Suporte ao Estudante (Students Welcome & Support Unit).

Esta nova unidade gere os vários canais de atendimento a candidatos e estudantes. Pretende ainda, de forma articulada com as demais estruturas do Ispa, dinamizar atividades de acolhimento e integração académica, desenvolvendo e apoiando iniciativas que contribuam para um envolvimento efetivo da comunidade académica, bem como para a divulgação do Ispa junto da rede de ensino básico e secundário.

Podem contactar-nos através de:

candidaturas@ispa.pt  |  uase@ispa.pt

Linha Azul Candidaturas 808 10 17 17

Atendimento geral +351 218 811 700 (opção 1 e 2)

Segunda a sexta-feira 10:00 às 13:00 e 14:30 às 19:00

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