11 Fev a 30 Abr 2026
EXPOSIÇÃO | “Mana”
Pelas lentes de André Príncipe, somos convidados a entrar num universo de silêncios, esperas e resiliência. Mana é uma das ideias fundamentais da mundivisão Polinésia, uma força...
Alexandre Penim | João Fazenda | Tiago Nunes
Três crianças que se cruzaram com os professores e pintores Dalila D’Alte e Eurico Gonçalves – no extinto Centro Artístico Infantil (CAI) da Fundação Calouste Gulbenkian – juntam-se na atualidade em homenagem à intervenção que estes tiveram nos seus percursos.
“Todos os indivíduos são potencialmente criativos (…) A criatividade pode cultivar-se individualmente e em grupo, através de experiências que estimulam o pensamento divergente, que, ao contrário do pensamento convergente, em vez de uma única solução, aceita várias soluções possíveis, vários modos de resolver o problema (…) de produzir formas novas, através de ensaios e de erros, por aproximação experimental.”
Eurico Gonçalves, «A Arte Descobre a Criança», Lisboa, Raiz Editora, 1991, pp. 23-24
“A criança, quando ainda não influenciada pelos vícios dos adultos, projeta-se no que faz com sinceridade. Há que saber respeitar essa sua maneira de ser autêntica. Contrariá-la, negá-la ou nem sequer reparar nela, é contribuir para que se cave um fosso entre o adulto e a criança; é contribuir para que se desenvolva na criança um sentimento de frustração, solidão, angústia e incomunicabilidade; é contribuir para que ela seja um ser deprimido e inibido; é não atender à sua natural necessidade de comunicar com os outros. (…) A mímica, a expressão corporal, a expressão sonora, a expressão verbal e a expressão plástica, são os seus meios imediatos de comunicação. Há que criar condições (…) para que se exprima espontaneamente e se desenvolva naturalmente (…), de acordo com as suas reais capacidades físicas e intelectuais (…).”
Eurico Gonçalves, «A Pintura das Crianças e Nós-Pais, Professores e Educadores», Porto Editora, 1976, p. 5
Sobre o Centro Cultural Aziz Ab’Saber do Ispa – Instituto Universitário
Há 20 anos que o Centro Cultural organiza e coordena atividades de caráter cultural, procurando cruzar várias áreas do conhecimento e formas de expressão para assim fazer surgir espaços de reflexão e de diálogo criativo. Nestas duas décadas de programação, o Ispa tem promovido artistas consagrados e emergentes através da organização de exposições de artes visuais, recitais de música erudita, concertos de música contemporânea, ciclos de cinema, atividades em torno da literatura, seja com lançamentos de livros ou conversas com autores, workshops de artes plásticas e, em particular, apoiando o trabalho desenvolvido pelo dISPAr, o grupo de teatro residente do Ispa.
* Imagem: João Fazenda, Sem título, 1988, marcadores e guache s/ papel
11 Fev a 30 Abr 2026
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