O seu browser não suporta JavaScript! ISPA N1 MINUTO | Newsletter março 2021 | ISPA – Instituto Universitário
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ISPA N1 MINUTO | Newsletter março 2021

 

 

Douglas Adams, escritor genial digno de ser personagem dos seus próprios livros, escreveu: I love deadlines. I love the whooshing noise they make as they go by.

 

Nunca tivemos tantas datas a zumbir-nos aos ouvidos. Confinamentos, desconfinamentos, datas em que coisas aconteceram, em que coisas vão acontecer, em que talvez aconteçam coisas se outras não acontecerem. Neste turbilhão, talvez possamos reencontrar a sabedoria de viver o presente tal como se apresenta, sem esperar que seja mais do que é. Sendo as coisas como são, não são panglossianamente as melhores do mundo. São apenas o que é possível neste momento.

 

Dia 20 de março às 9h37 começou a primavera. Paremos um segundo: saboreemos o ar, os cheiros, sintamos a nossa respiração, colocando tranquilamente um pé à frente do outro. Afinal, como nos lembra Fausto, atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão de vir.

 

 

 

Miguel Tecedeiro

Colaborador externo do Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

       

 

 

António Gonzalez: a ciência psicológica entre Apolo e Dionísio

 

“Ainda não sei o que estou aqui a fazer nem sei o que quero ser quando for grande; ainda ando à procura.” É assim que António Gonzalez, que fala connosco desde ‘Los Angeles’, Intendente, responde à questão sobre quando é que soube que tinha vocação para a Psicologia.

 

“Sou um bracarense nascido já nos idos anos 60, numa Braga muito conservadora pré-25 de abril. Costumo dizer que a revolução não chegou lá antes de eu sair, em 1986”. O apelido espanhol conta um pouco da história da sua família: “A minha avó materna nasceu em Valência e cresceu em Barcelona, e os meus avós paternos eram galegos; fugiram da guerra civil nos anos 30 e o meu pai veio nascer em 1935, no dia da Primavera, a Braga, mas sempre teve nacionalidade espanhola: Martín Gomez Gonzalez”, entoa com um sorriso orgulhoso.

 

Saiu para ir para Coimbra estudar medicina, com o objetivo de seguir psiquiatria; no entanto, “o meu primeiro ano foi muito marcado pelo aproveitar da vida social – a academia coimbrã, a noite coimbrã. Obviamente que isto não foi muito compatível com o estudo da medicina, extremamente exigente. Eu queria ir para psiquiatria, mas também percebi o quanto iria demorar até exercer: acabar o curso, fazer o estágio, fazer a especialidade… Por isso resolvi mudar para psicologia”. Nunca houve propriamente um chamamento, como relembra: “não me lembro de ter aquele fascínio do mistério da alma, do entrar na mente das pessoas”.

 

Nos últimos anos da licenciatura, começou a trabalhar. “Estava a acabar o curso quando fui convidado para dar aulas de formação profissional. Aí apercebi-me que as minhas competências relacionais, sociais e de comunicação eram abaixo de zero: ficava nervosíssimo, a minha boca secava, gaguejava e ficava muito autoconsciente. Era o meu pior crítico”. No entanto, isso apenas o motivou para se desafiar a superar esta dificuldade: inscreveu-se num curso de iniciação teatral no CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra). Aí, diz, “foi o princípio da segunda fase da minha vida pessoal e profissional”.

 

“Em Coimbra, por ter começado a dar formação profissional, acabei por optar, no quarto ano, por Psicologia Social e das Organizações. Fiz o estágio no IEFP, mas – e pode ser um preconceito meu – vivi na pele a ideia de seres contratado por uma organização, andar de fato e gravata, no carro da empresa, a vender coisas ou ideias. Não me interessava nada”. Depois de uma passagem pelo Porto, vem fazer o mestrado em Psicologia da Educação em 1993/94 no ISPA. Na transição para o segundo ano, “surgiu a oportunidade de auxiliar a dar as aulas de História e Sistemas da Psicologia, com o saudoso Professor Mário Barroso”. Desde então, não deixou o ensino.

 

Ingressou, entretanto, no doutoramento em Psicologia da Educação em Salamanca, que só terminou em 2008, porque “já estava numa fase da minha vida em que me interessava muito mais a clínica e o teatro do que a educação e a sala de aula – quando me apercebi disso, já ia no segundo ou terceiro ano. Depois, demorei muito mais tempo porque fui pai e isso tirou-me muita disponibilidade. Comecei também a fazer formação em psicodrama já na entrada do segundo milénio, e as preocupações académicas com a psicologia da educação foram perdendo prioridade dentro de mim. O conciliar do teatro com a psicologia que o psicodrama me mostrou foi um chamamento irresistível”.

 

Em 2005, fez a proposta de iniciar um grupo de teatro universitário no ISPA. “Lembro-me muito bem de construir o cartaz em papel, distribuir uns flyers e fazer toda uma encenação de preparação da divulgação, que incluiu um ‘rapto’ do professor de História em plena aula, numa estética marcada pelo então muito conhecido filme Matrix. No dia marcado, às 17 horas e 17 minutos, fizemos uma cerimónia do chá com as pessoas que quisessem vir ao ginásio e inaugurámos o dISPAr Teatro. Estreámo-nos no primeiro ano com uma encenação de “Tesouros da Sombra”, a partir de textos do Alejandro Jodorowsky. No segundo ano, ainda com o Carlos Nicolau Antunes a encenar, pegámos no “Rei Édipo” de Sófocles, e a partir daí foram sendo criações coletivas”.

Considera que a mais-valia do dISPAr são as pesquisas que as pessoas que lá estão fazem sobre elas próprias e sobre os processos de grupo. “Já leva 16 ou 17 anos de vida e mais recentemente temos falado, cada vez menos a brincar, sobre o grupo enquanto laboratório de investigação científica, num ‘dISPAr Lab’. Posso dizer, com bastante orgulho, que já temos muitas teses feitas a partir do nosso trabalho e cada vez mais artigos publicados a partir das nossas pesquisas teatrais aplicadas à psicologia”.

 

Numa viagem que realizou a Helsínquia, trouxe de lá sua última “grande paixão teatral com um pé na terapia”: o Teatro Playback. “Fiquei fascinado, propus uma formação e foi tiro e queda. A partir daí, nunca mais parámos!”. Atualmente, estão na terceira edição do que batizaram de Grupo de Desenvolvimento Pessoal através do Teatro Playback: “Temos pessoas que se inscrevem para, num grupo fechado de cerca de 20 pessoas – agora em formato digital –, contarem as suas histórias e verem como são transformadas em objetos artísticos. Achamos que isto tem um valor extraordinário”. Assim, “submetemos uma proposta de projeto exploratório para verificarmos o potencial que uma forma assumidamente terapêutica de Teatro Playback pode ou não ter; nós acreditamos que tem. Não somos os primeiros a falar disto, mas gostávamos de ser dos primeiros a fazê-lo de forma científica, com um estudo sobre a matéria”.

 

As viagens são uma parte importante da vida de António Gonzalez. Fez a sua primeira com 16 anos para ir a Roma visitar familiares; a partir do momento em que saiu de Braga, “todo o meu dinheiro ia para viagens à boleia e interrails pela Europa. Depois, e com mais orçamento disponível, a sedução da América Latina, especialmente o Brasil, com as facilidades que nos dão as línguas ibéricas nessas latitudes, chamou bem alto. As viagens abrem-nos para o outro, para a diferença, para o quão pequenino és e nem te tinhas apercebido. Costumo dizer ‘não fiques perto de casa: vai cruzar o que sabes com o que não sabes – vai para longe, onde não conheces ninguém, ali é que fica interessante’”. Com isto, reflete também na sua jornada enquanto pessoa: “a vida, se quisermos ir aos gregos, tem o Apolíneo e o Dionisíaco: o racional, o que pensa, o que medita e mede as consequências e, por outro lado, o das paixões, irracional, impulsivo, criador, por vezes caótico – acho que os dois devem ser visitados por todos nós. Considero que a arte e a cultura, os seus mundos e submundos, os seus lados mais obscuros, são por vezes extraordinariamente importantes para a nossa formação enquanto pessoas mais completas”.

 

Para o futuro, António Gonzalez apoia-se no seu conhecimento histórico: “sou professor de História da Psicologia. Um dos temas que mais tratamos é abordado pelo nosso António Damásio no seu clássico O Erro de Descartes. A psicologia sofre imenso deste erro; desde o seu nascimento enquanto ciência em 1879, com Wilhelm Wundt, tomou por certa a ideia de que “somos o que pensamos” e que a racionalidade é a saída para todos os problemas. Como sabemos, a racionalidade também é a entrada para muitos problemas e as nossas neuroses têm muito a ver com o pensamento a virar-se contra nós.”

 

Isto, na sua ótica, tem implicações diretas no cerne da psicologia: “a nossa crença enquanto psicólogos de que o único acesso à mente é através da palavra, e de que as pessoas só se conseguem exprimir através dela, é uma mentira. A palavra é extremamente importante, mas há pessoas que não se conseguiriam exprimir se só tivessem esse recurso, não as conseguiríamos ajudar se não houvesse outros recursos, menos cognitivos e menos racionais; é aí que entram as artes e as artes expressivas em particular”. O seu desafio será “continuar nesta batalha para as pôr ao serviço da psicologia clínica e da psicoterapia, torná-las mais reconhecidas, para que as linguagens científica e artística da psicologia se conciliem – um respeito mútuo e uma capacidade de ler o outro lado”. Desengane-se quem achar que este problema surge apenas do lado científico: “nas artes também há imensos preconceitos em relação à ciência, porque muita gente tem medo de que isso lhes retire a “alma”. A ciência não se reduz à utilização de números e não tem tabus, nem horror ao desconhecido. O mistério existirá sempre na essência da condição humana”. António Gonzalez sumariza: “precisamos cada vez mais de perceber os nossos potenciais expressivos, de nos exprimirmos de outras maneiras que não só a palavra. Se o fizermos, ganhamos todos. Não há nada a perder, há apenas muito a ganhar em fazer estas pontes.”

 

O que é, para António Gonzalez, ser Ispiano?

“Podendo cair no lugar-comum, o ISPA é uma casa da qual tenho imenso orgulho. Lembro-me da surpresa fantástica nos meus vinte e poucos anos, na primeira vez que vim ao ISPA, quando ainda estudava em Coimbra, de ter ficado fascinado com a relação que havia com as artes - quadros nas paredes, uma biblioteca com história da arte, que não era só psicologia - mas também com a relação entre alunos, docentes e funcionários. O ISPA, para mim, é um lugar de ligação. A relação de intimidade, vou arriscar esta palavra, que senti enquanto aluno e que sinto enquanto professor, estas relações quase familiares que, não prejudicando o rigor que temos que ter enquanto avaliadores e tudo o mais, abrem as portas do afeto, acho que é muito especial. Conheço realidades suficientes para sentir que, aqui, é diferente. É ainda para mim um orgulho poder ser um cooperante desta cooperativa que o ISPA é. Adoro a palavra, adoro a ideia, adoro a responsabilidade acrescida que isso nos dá a todas e todos: cooperantes”.

 

 

 

 

 

Para a maioria de nós a dor é uma sensação penosa da qual nos queremos ver livres rapidamente. É uma ameaça imediata ao nosso bem-estar e, por isso, vemo-la como algo “negativo” que não queremos experimentar. Contudo, a dor é uma das experiências normativas mais importantes que podemos ter. Não acredita? Pense na sua última dor de dentes, na última vez que sentiu uma dor abdominal forte, ou naquela dor associada a um escaldão depois de um dia de praia demasiado longo. Não fosse a dor, não se daria conta de que tinha uma cárie que precisava de atenção, que precisava de uma cirurgia urgente por causa daquela apendicite, ou que era melhor resguardar-se do sol nos dias seguintes. É muito claro, nestes casos, que a dor é, apesar de desagradável, um sinal e uma pista de perigo, essencial à sobrevivência do ser humano. Sem dor, uma lesão ou uma doença poderiam passar despercebidas e agravar-se muito severamente, podendo resultar na morte.

 

Mas existe também outro tipo de dor. Aquela que persiste apesar do tratamento e do tempo tido como necessário à recuperação de uma lesão ou problema de saúde que lhe deu origem. Essa – a dor crónica – é um problema de saúde significativo que afeta 1 em cada 3 adultos em todo o mundo, e cerca de 37% dos adultos portugueses. É uma dor que não mata, mas mói, suficientemente forte para diminuir a capacidade de trabalhar, fazer atividades de lazer, dormir, e estar/relacionar-se com familiares e amigos. A dor crónica afeta todas as áreas de vida da pessoa e da sua família, está associada a um elevado absentismo profissional e a avultados custos de saúde.

 

Certamente que, com tantos avanços científicos na área da medicina, enfermagem, fisioterapia, existem já respostas eficazes e definitivas para tratar e eliminar este problema de saúde que é mais prevalente do que as doenças coronárias, a diabetes e o cancro todas em conjunto. Ainda assim, como afirma Mark Jensen, psicólogo clínico e investigador da Universidade de Washington, num comunicado de imprensa da American Psychological Association e num artigo publicado no The American Psychologist, as abordagens médicas tradicionais para tratar e gerir a dor crónica são inadequadas e têm uma eficácia limitada. Embora usadas menos frequentemente, as intervenções multidisciplinares que compreendem uma componente psicológica são mais eficazes no alívio da dor e têm menos efeitos indesejáveis. Isto porque, apesar de não parecer, a dor é uma experiência subjetiva multidimensional, influenciada por múltiplos fatores biológicos, psicológicos, sociais, culturais e, até, espirituais.

 

Os desafios que se colocam hoje ao tratamento e gestão da dor crónica, e os contributos da psicologia e dos psicólogos para compreender a experiência de e para o tratamento e gestão da dor crónica vão ser discutidos num evento online gratuito – Colóquio ISPA Dor, Psicologia e Pandemia 2021 – por Mark Jensen e outros especialistas nacionais e internacionais, nos dias 16 e 17 de abril. Esperamos por si!

   

Alexandra Ferreira-Valente

Investigadora do ISPA - Instituto Universitário

 

 

 

 

Projeto Peixes Nativos: Município de Óbidos inaugura painéis informativos no Dia Mundial da Água
Carla Sousa Santos, investigadora do ISPA responsável pelo projeto Peixes Nativos, esteve na cerimónia de inauguração de painéis informativos relativos a este projeto.

 

 

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Artigos publicados

  • Diniz, Eva, Brandão, T., Monteiro, L., & Veríssimo, Manuela. (2021). Father involvement during early childhood: A systematic review of the literature. Journal of Family Theory and Review. https://doi.org/10.1111/jftr.12410
  • Perea, S., Sousa-Santos, Carla, Robalo, Joana, & Doadrio, I. (2021). Historical biogeography of the iberian peninsula: Multilocus phylogeny and ancestral area reconstruction for the freshwater fish genus squalius (actinopterygii, leuciscidae). Journal of Zoological Systematics and Evolutionary Research. https://doi.org/10.1111/jzs.12464
  • Beal, Martin, Dias, Maria P., et al. (Catry, Paulo). (2021). Global political responsibility for the conservation of albatrosses and large petrels. Science Advances. https://doi.org/10.1126/sciadv.abd7225
  • Encantado, J., Marques, M. M., Palmeira, A. L., Sebire, S. J., Teixeira, P. J., Stubbs, R. J., Heitmann, B.L., Gouveia, Maria João. (2021). Development and cross-cultural validation of the goal content for weight maintenance scale (GCWMS). Eating and Weight Disorders. https://doi.org/10.1007/s40519-021-01148-x
  • da Silva, W. R., Marôco, João, & Campos, J. A. D. B. (2021). Examination of the factorial model of a scale developed to assess body satisfaction in the brazilian context: A study with people 18 to 40 years old. Eating and Weight Disorders. https://doi.org/10.1007/s40519-020-01102-3
  • von Humboldt, Sofia, Costa, Andrea, Fernandes, M., Silva, Sofia, & Leal, Isabel. (2021). Intergenerational relationships: Do older adults experience ambivalence with their adult children? Educational Gerontology. https://doi.org/10.1080/03601277.2021.1886633
  • Furtado, Ricardo, Granadeiro, J. P., Gatt, M. C., Rounds, R., Horikoshi, K., Paiva, V. H., Menezes, D., Pereira, E., Catry, Paulo. (2021). Monitoring of mercury in the mesopelagic domain of the pacific and atlantic oceans using body feathers of bulwer's petrel as a bioindicator. Science of the Total Environment. https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.145796
  • Gatt, M. C., Granadeiro, J. P., & Catry, Paulo. (2021). Migrants and residents of a long-lived seabird differ in their behavioural response to a stressor. Journal of Avian Biology. https://doi.org/10.1111/jav.02589
  • Robalo, Joana I., Farias, I., Francisco, Sara M., Avellaneda, Karen, Castilho, R., & Figueiredo, I. (2021). Genetic population structure of the blackspot seabream (pagellus bogaraveo): Contribution of mtDNA control region to fisheries management. Mitochondrial DNA Part A: DNA Mapping, Sequencing, and Analysis. https://doi.org/10.1080/24701394.2021.1882445
  • Lopes, Ana Rita, Figueiredo, C., Sampaio, E., Diniz, M., Rosa, R., & Grilo, T. F. (2021). Impaired antioxidant defenses and DNA damage in the european glass eel (anguilla anguilla) exposed to ocean warming and acidification. Science of the Total Environment. https://doi.org/10.1016/j.scitotenv.2021.145499
  • DeLisi, M., Pechorro, P., Marôco, João, & Simões, M. (2021). Overlapping measures or constructs? an empirical study of the overlap between self-control, psychopathy, machiavellianism and narcissism. Forensic Science International: Synergy. https://doi.org/10.1016/j.fsisyn.2021.100141
  • Campos, J. A. D. B., Martins, B. G., Campos, L. A., de Fátima Valadão-Dias, F., & Marôco, João. (2021). Symptoms related to mental disorder in healthcare workers during the COVID-19 pandemic in Brazil. International Archives of Occupational and Environmental Health. https://doi.org/10.1007/s00420-021-01656-4
  • Ferreira-Valente, Alexandra, Pimenta, Filipa, Costa, Rui M., Day, M. A., Pais-Ribeiro, José, & Jensen, M. P. (2021). COPAHS study: Protocol of a randomised experimental study comparing the effects of hypnosis, mindfulness meditation, and spiritual practices on experimental pain in healthy adults. BMJ Open. https://doi.org/10.1136/bmjopen-2020-040068
  • Albergaria, Rita, Leal, Isabel, Hunter, M., & Pimenta, Filipa. (2021). Menopause representations questionnaire: Development and validation with portuguese women. Climacteric. https://doi.org/10.1080/13697137.2021.1873937
  • Handley, J. et al. (Dias, Maria P.). (2021). Marine important bird and biodiversity areas for penguins in antarctica, targets for conservation action. Frontiers in Marine Science. https://doi.org/10.3389/fmars.2020.602972
  • Käosaar, A., & Marques-Quinteiro, Pedro. (2020). Fantastic teams and where to find them: Understanding team processes in isolated, confined and extreme teams through the IMOI framework. Paper presented at the Proceedings of the International Astronautical Congress, IAC.

  

   

 

 

 
 
 

Nos próximos dias 16 e 17 de abril realiza-se, via Zoom, o Colóquio ISPA Dor, Psicologia e Pandemia 2021, que reunirá especialistas, nacionais e internacionais, em psicologia da saúde, psicologia clínica e ciências da saúde com experiência na área da dor.

 

Serão discutidos os desafios que se colocam hoje ao tratamento da dor e os resultados dos programas de investigação em curso, com relevantes implicações na prática clínica da psicologia na população com dor crónica.

Programa e inscrições em http://www.ispa.pt/psicologia2021

 
 

 
 
Ciclo de Conferências – Especiais Mestrados ISPA 
 

Desde março até ao final do ano letivo, o Ciclo de Conferências do ISPA decorre na versão Especial Mestrados, para dar a conhecer um tema de cada área científica dos Mestrados do ISPA.

A acrescentar aos habituais livestreams no Facebook, irão realizar-se entrevistas com professores destes mestrados, em direto no Instagram, que são ótimas oportunidades para o esclarecimento de dúvidas sobre cada uma das áreas.

Estejam atentos às nossas redes sociais!

 

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Dia Aberto 2021 
 

Atenção futuros Ispianos, aproxima-se uma experiência virtual e inovadora. No nosso Dia Aberto, os candidatos às licenciaturas terão a oportunidade de ficar a conhecer todas as boas razões para escolher estudar no ISPA. O evento será no final de abril, mais informações em breve no site e redes sociais.

 

 

 
 
Conversas no Divã – Rita Redshoes 
 

Rita Redshoes é a primeira convidada do programa “Conversas no Divã”, um novo formato do Centro Cultural do ISPA que estreia dia 6 de abril na página de Facebook do ISPA. 

 

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dISPAr celebra o Dia Mundial do Teatro 
 

Este sábado, 27 março, o dISPAr abre as portas virtuais do Projeto Eco para uma sessão gratuita de Teatro Playback. Inscrições em https://bit.ly/projecto-eco

 

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Colóquio de Psicologia: o primeiro das três áreas

Será a Psicologia a abrir os colóquios das áreas científicas do ISPA, já nos próximos dias 16 e 17 de abril com o evento intitulado “Dor, Psicologia e Pandemia 2021”.

 

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Projeto do ISPA revela fadiga pandémica dos portugueses
Mais de 80% dos inquiridos apresentam níveis de fadiga relacionada com a situação pandémica de nível moderado a severo, revelou um estudo realizado pelo projeto Ispiano PsiQuaren10.

 

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Presença terapêutica e psicoterapia online em tempos de pandemia
As intervenções estiveram a cargo de Sara Rathenau e Alexandre Vaz, psicólogos clínicos e investigadores na Clínica ISPA, e incidiram sobre as perceções dos psicoterapeutas em relação à terapia online quando comparada com a terapia presencial.

 

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Equipas de Alto Desempenho – novo e-book
Os Professores Pedro Almeida, Duarte Pimentel e Pedro Marques-Quinteiro elaboraram, em colaboração com a Ordem dos Psicólogos Portugueses, um e-book gratuito dedicado ao tema das equipas de alto desempenho.

 

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Professora Ana Teresa Brito no webinar “Cuida de mim - os desafios da primeira infância”
A Professora do ISPA Ana Teresa Brito é oradora convidada para o webinar que abre a campanha do mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, organizado pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens em parceria com a Fundação N. Sra. Do Bom Sucesso.

 

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Ivone Patrão na SIC Notícias Júlia Serpa Pimentel no Observador
Rui Oliveira na Notícias Magazine Martin Beal e Paulo Catry na Wilder

 

 

 

 

Calendários já disponíveis para consulta no site do ISPA »

 

Concursos Especiais
• Maiores de 23 anos
• Estudantes Internacionais
• Titulares de Cursos de Dupla Certificação

 

2º Ciclo
• Mestrados em Psicologia, Biologia e Educação