O seu browser não suporta JavaScript! ISPA N1 MINUTO | Newsletter maio 2021 | ISPA – Instituto Universitário
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ISPA N1 MINUTO | Newsletter maio 2021

 

 

Ciência, cultura e desafios sociais deram o mote aos eventos organizados pelo ISPA durante o mês de maio, que ficou marcado pela estreia da rubrica ISPA Hot Topics ─ uma conferência-debate que incentiva o confronto de ideias, perspetivas e argumentos sobre temas polémicos ─, e a entrega do Prémio ISPA, que todos os anos distingue, no campo da psicologia e das ciências do comportamento, a inovação, o rigor científico e a criatividade. Criação e disrupção são conceitos que também se aplicam aos convidados deste mês do Conversas no Divã: teatro, literatura, sonho e inspiração estiveram em diálogo neste formato quinzenal que entrelaça arte e psicanálise. Os mestrados mereceram igual destaque, com a realização da última conferência deste ano letivo dedicada ao 2.º ciclo de estudos e a organização da sessão de esclarecimento aos alunos da área de Psicologia.

 

Joana Vicente Pinto

Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

   

       

 

 

Como é ser um peixe?

 

Rui Oliveira conta que desde cedo “fui um miúdo curioso, sempre fiz aquelas coisas que os miúdos fazem: montar e desmontar coisas, para ver como é que funcionavam.” No entanto, “o que me levou para a biologia foi a ligação ao mar, que vem do surf – faço desde miúdo e ainda tento fazer”.

 

Cresceu em Alvalade, numa transversal à Avenida de Roma, e fez o liceu na ES 2,3 D. Filipa de Lencastre. Entre risos, conta que, se calhar, o único elemento da sua infância que contribuiu para o seu percurso foi “os meus pais terem uma casa de férias onde nem de propósito passei o confinamento, em São João da Caparica. Desde os 6 meses que passava todos os fins de semana e férias de verão aqui”.

 

Começou assim a sua relação com a praia, o mar e as ondas. “Passei grande parte da adolescência dentro de água, ‘de molho’, sem grandes preocupações com o futuro. Quando cheguei ao 9.º ano e tive que escolher para que área ir, ciências foi mais ou menos natural embora, curiosamente, gostasse muito de arte e de desenhar”. Atraído pela arquitetura, sentiu-se tentado a seguir artes, “mas na altura não me parecia uma coisa muito sólida. Sem reflexão e sem orientação vocacional nenhuma, fui para ciências”.

 

No 12.º ano, em 1983, encontrou a derradeira questão: “o que é que vais fazer agora da vida?” Rui Oliveira, que sempre havia seguido, segundo conta, “um percurso muito descomprometido, sem grandes reflexões filosóficas sobre o que estava a fazer”, respondia aos seus pais que gostava era de continuar a fazer surf – mas, “talvez por me incutirem uma responsabilidade de dever continuar a estudar, tentei arranjar um curso que minimamente me permitisse continuar dentro de água”. Esteve para ir para a Universidade do Algarve, mas acabou por se decidir a seguir Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), porque também “existia o Laboratório Marítimo da Guia e uma tradição de biologia marinha” na capital.

 

Conheceu o Professor Vítor Almada, do ISPA, aquando de um trabalho de grupo em que um dos seus colegas sugeriu abordar o tema do comportamento animal e “foi assim que, ainda na faculdade, comecei a trabalhar em comportamento animal em peixes – que juntava as duas coisas que gostava.” À medida que explorava mais a área, crescia em Rui Oliveira a vontade de perceber de onde vinha o comportamento e como é que o cérebro o produzia. Para ilustrar aquilo que denomina de questões ‘exóticas’ da neurobiologia, destaca What is it like to be a bat?, um artigo de filosofia da mente de Thomas Nagel: “este exercício de perceber como é que a perceção do mundo é relativa, como é que se constrói, quais os mecanismos neurais que constroem essas visões do mundo, foi algo que sempre me agradou”.

 

A partir daí, considera que o Professor Vítor Almada foi o seu mestre. Fez o doutoramento, que iniciou em 1991, com a sua orientação e a do Professor Pedro Ré, da FCUL, que “foi de uma generosidade enorme: não era especialista em comportamento animal, mas acolheu-me no Laboratório Marítimo da Guia porque na altura o ISPA não tinha grandes condições para se fazer investigação. Eu era claramente um outsider, ninguém percebia o que eu andava lá a fazer nas catacumbas do laboratório, a passar horas a olhar para aquários com peixes – era algo que deixava o resto da malta muito intrigada.” Pelo meio, começou uma colaboração com Adelino Canário, da Universidade do Algarve, “que foi quem me permitiu aprender muito do que sei hoje sobre endocrinologia e doseamento de hormonas”. Terminou o doutoramento em comportamento social e neuroendocrinologia em tilápias em 1996, já como assistente no mestrado em Etologia que se havia criado no ISPA dois anos antes.

 

Rui Oliveira começa, então, a procurar parcerias que lhe permitissem estudar o cérebro dos animais porque o Professor Vítor Almada “era um especialista em comportamento animal, mas não em neurobiologia”. É assim que surge uma estadia curta em Nottingham, com Peter McGregor, “a segunda pessoa mais influente na minha carreira a seguir ao Vítor”; o seu grupo trabalhava também numa área distinta da sua – canto de pássaros e bioacústica – mas Rui Oliveira conta, com um sorriso, que “sempre tive esta sina de estar sempre em laboratórios em que se faziam coisas muito diferentes daquilo que eu fazia. O Peter foi uma pessoa importantíssima para a minha formação enquanto cientista, no que diz respeito ao rigor e à elegância no desenho de experiências.” Seguiu-se uma estadia em Phoenix, onde trabalhou com Matthew Grober, então professor e investigador na Arizona State University: “foi a pessoa que me introduziu à área da neurobiologia e aos cérebros dos peixes e, no fundo, à parte mais metodológica de estudar este órgão”. Rui Oliveira considera que o que fez foi “tentar construir algo num espaço que não existia, para o qual precisei de interagir com várias pessoas e estas quatro foram críticas para encontrar este nicho, digamos assim, de estudar neurobiologia do comportamento em peixes em Portugal, naquela altura”.

 

Ainda nestes tempos pioneiros, fez parte do grupo que alavancou a construção dos laboratórios do ISPA, “quando a tradição de investigação experimental, na psicologia e nas áreas do comportamento em geral, era ainda muito vestigial em Portugal.” Em 2005, inicia a relação com o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), fruto da necessidade de logística e equipamentos que necessitava para o seu trabalho e que o ISPA, por falta de escala e de mais grupos que pudessem beneficiar dos mesmos, não conseguia fornecer: “na altura existia no IGC a tradição dos grupos externos, ou seja, grupos de pessoas que estavam em universidades na região de Lisboa, mas que usavam as suas instalações. Em 2006/2007 concorri aos primeiros financiamentos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) já com o IGC como instituição de acolhimento, foram financiados e comecei aí os meus dois primeiros projetos lá sediados”.

 

Na mesma altura, aparece o programa de neurociências da Fundação Champalimaud, que foi incubado no IGC. “Foi assim que fiquei associado ao programa; na altura foi recrutado o Zach (Mainen), o Rui Costa e a Marta Moita, que estava a fazer um pós-doc. O primeiro retiro foi em 2008 e, entretanto, apareceu o Joe (Paton), o Carlos (Ribeiro), e também a Luísa (Vasconcelos).” Quando, em 2011, se mudaram para Pedrouços, “acabei por ficar no IGC. Basicamente continuo a usar alguns recursos e colaborações na Champalimaud, razão pela qual nunca deixei de estar como grupo externo da mesma – há uma certa sinergia entre as instituições. Era também difícil manter atividade científica em Alfama (no ISPA) e Oeiras (no IGC) simultaneamente; tomámos a decisão de maior compromisso no fim de 2014 e, com acordo de ambas instituições e protocolo para isso, passei aí a ter o laboratório como interno no IGC, onde estamos desde então – sem nunca perder a ligação com o ISPA”.

 

Quando perguntamos a Rui Oliveira qual foi, para si, até à data, o seu maior feito, responde-nos que há duas respostas possíveis: começa por aquela que denomina, entre risos de modéstia, como sendo “o seu contributo para a humanidade”. Explica que “há algo que tendemos a não valorizar na nossa atividade enquanto investigadores: a formação das pessoas que passam pelos nossos laboratórios.” Independentemente da contribuição para uma descoberta específica, elabora “que se as coisas forem bem feitas, e a qualidade de um grupo de investigação for boa, a principal contribuição de qualquer Investigador Principal é esta formação porque, para uma sociedade democrática, é crítica a existência de cidadãos com capacidade de argumentação e de pensamento, perdoem-me a redundância, crítico”.

 

A segunda parte desta resposta acaba por se virar para o domínio filosófico, com Rui Oliveira a resumir o seu trabalho numa frase: “nós, humanos, sempre tivemos uma posição muito sobranceira desde o tempo de Descartes: ‘o que distingue os homens dos animais é a racionalidade – os humanos são animais racionais’. O nosso trabalho, se quisermos pensar na consequência que ele traz, é mostrarmos o absurdo desta posição”. Para não haver confusões, elabora que o que pretende “não é diminuir os humanos, dizendo que não são nada de especial e que não têm uma mente altamente complexa; é só dizer que isso é o resultado de um processo evolutivo, que há outras espécies cujos cérebros evoluíram de outras maneiras e que estão igualmente bem adaptados para resolver os problemas ecológicos que têm. Há coisas que sempre julgámos serem tipicamente humanas e que estão presentes em animais filogeneticamente tão distantes como um peixe: as emoções, a memória”.

 

Os peixes têm emoções? Rui Oliveira responde: “confunde-se muitas vezes como diferenciar uma emoção de um sentimento.” Não podemos ter reportes verbais de um animal para perceber os seus sentimentos, mas “podemos caracterizar as dimensões fisiológicas e comportamentais dos estados emocionais, mostrando por essa via que eles também os têm. Não posso discutir se um animal tem sentimentos ou não, posso é discutir se tem emoções. Isto leva-nos para questões de fronteira: como é que eu, por exemplo, posso inferir estados mentais num organismo que não tem reporte verbal? Isto leva-nos de volta ao trabalho de Nagel: como é ser um morcego? Ou um peixe?”

 

No fundo, os cérebros são “máquinas de simular a realidade e criar realidades virtuais que nos permitem testar consequências de comportamentos sem ter que pagar as contas respetivas. Começaram no Câmbrico, há 500 milhões de anos, e são máquinas absolutamente fantásticas que nos permitem estar aqui a ter esta conversa hoje, e que permitem a um peixe ter a sua vida. É igualmente fascinante perceber como é que este conjunto de células implementa estas realidades diferentes”.

 

O interesse de Rui Oliveira pela arte vem ao de cima para ligar esta linha de pensamento: “há um realizador de cinema que gosto particularmente, o Wim Wenders que, no seu filme Paris, Texas, tenta filmar o espaço e o tempo. Ele próprio uma vez disse, numa entrevista, que a ‘narrativa é um empecilho’ porque, depois, tem que tentar adaptar o que está a filmar à história que tem para contar. Isso desvirtua a captação da perceção espácio-temporal. Essa abordagem dele é fascinante porque, de facto, quase que recria aquilo que acontece connosco: o nosso cérebro tem que criar um self, um eu, e uma narrativa coerente na nossa mente que faça sentido, onde existe um passado, onde se perspetiva um futuro, e isso tudo feito através de uma experiência percetiva de espaço e tempo onde estamos inseridos”.

 

O que é, para Rui Oliveira, ser Ispiano?

“Ser Ispiano é fazer parte de um projeto muito único de ensino superior em Portugal. Por um lado, acho que existe uma grande cultura identitária, que não se vê em muitos outros sítios e, por outro, é um caldeirão onde se cruzam pessoas com interesses diferentes, mas com algo em comum: saber como é que funciona a mente, ainda que em diversos contextos e vindas de backgrounds muito variados. Há uma vivência multidisciplinar que é única, bastante enriquecedora e que se cruza com a proximidade nas relações, que não é comum ver-se. Isso cria uma cultura muito própria”.

 

 

 

 

 

Prémio ISPA de Investigação em Psicologia e Ciências do Comportamento 2021

 

Os prémios, quaisquer que sejam, são parte de um sistema de significações complexas, que realçam e dão visibilidade a personalidades e atividades desenvolvidas. São, por isso, formas de gratificar e estimular aqueles que se destacam numa qualquer área de conhecimento e, também, de inspirar muitos outros, pelo lugar de projeção que criam. O trabalho em ciência, que é muitas vezes solitário e circunscrito a pequenos grupos de expertise, beneficia muito do reconhecimento público que a atribuição de prémios proporciona.

 

Neste pressuposto, o ISPA – Instituto Universitário criou o Prémio ISPA de Investigação em Psicologia e Ciências do Comportamento, que atribui anualmente a um jovem investigador. O objetivo assumido é o estimular a investigação, a inovação, o método, a criatividade e o rigor científico no domínio da Psicologia e das Ciências do Comportamento em cientistas com menos de 35 anos e que tenham obtido o último grau académico há menos de cinco anos.

 

Os trabalhos apresentados têm de ter sido publicados em revistas internacionais indexadas nos últimos três anos e devem, obviamente, incidir em temáticas da Psicologia e das Ciências do Comportamento, sendo que também se solicita que as atividades de investigação conducentes aos resultados relatados nos artigos submetidos a concurso devam ter sido desenvolvidas, total ou parcialmente, em instituições de I&D nacionais. Os critérios de Avaliação destacam: a originalidade e a fundamentação científica do trabalho apresentado; o impacto da contribuição científica em causa para a área disciplinar em que o trabalho se insere, levando também em linha de conta o currículo do candidato.

 

Unanimemente, este ano o júri deliberou atribuir o prémio à Doutora Natália Fernandes pelo artigo “Presenting new stimuli to study emotion: Development and validation of the Objects-on-Hands Picture Database”, que o júri considerou ser um artigo inovador, de relevância científica e de potencial impacto em várias áreas. À investigadora, os nossos parabéns.

   

Professora Doutora Isabel Leal

Reitora do ISPA

 

 

 

 

 

Programa Tartaruga Online em Portugal

Participantes para este projeto de investigação procuram-se!

 

É frequente as crianças de idade pré-escolar se sentirem receosas ou retraídas quando se confrontam com pessoas, situações ou ambientes novos, acabando por ultrapassar os seus medos iniciais. Este projeto pretende avaliar um programa de intervenção online dirigido a pais de crianças socialmente inibidas de idade pré-escolar (3-5 anos). Conhecem quem esteja interessado em participar?

 

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Artigos publicados

 

  • Prior, K., Carvalheiro, M., Lawler, S., Stapinski, L. A., Newton, N. C., Mooney-Somers, J., Basto-Pereira, Miguel, Barrett, E. (2021). Early trauma and associations with altruistic attitudes and behaviours among young adults. Child Abuse and Neglect. https://doi.org/10.1016/j.chiabu.2021.105091
  • Battista, F., et al. (Encantado, Jorge). (2021). Effect of exercise on cardiometabolic health of adults with overweight or obesity: Focus on blood pressure, insulin resistance, and intrahepatic fat—A systematic review and meta-analysis. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13269
  • Gillies, N., Guilford, T., & Catry, Paulo. (2021). Allopreening in the black-browed albatross (thalassarche melanophris): An exploration of patterns and possible functions. Ibis. https://doi.org/10.1111/ibi.12960
  • Dockrell, J.E., Papadopoulos, T.C., Mifsud, C.L. et al. Martins, Margarida A. (2021). Teaching and learning in a multilingual Europe: findings from a cross-European study. European Journal of Psychology of Education. https://doi.org/10.1007/s10212-020-00523-z
  • Bellicha, A., et al. (Encantado, Jorge). (2021). Effect of exercise training on weight loss, body composition changes, and weight maintenance in adults with overweight or obesity: An overview of 12 systematic reviews and 149 studies. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13256
  • Bartels, P. J., Fontoura, Paulo, Nelson, D. R., Orozco-Cubero, S., Mioduchowska, M., Gawlak, M., Kaczmarek, Ł., Cortés, J. (2021). A trans-isthmus survey of marine tardigrades from costa rica (central america) with descriptions of seven new species. Marine Biology Research. https://doi.org/10.1080/17451000.2021.1901936
  • Carraça, E. V., Encantado, Jorge, et al. (2021). Effect of exercise training on psychological outcomes in adults with overweight or obesity: A systematic review and meta-analysis. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13261
  • Carvalho, Cláudia, Pais, M., Cunha, L., Rebouta, P., Kaptchuk, T. J., & Kirsch, I. (2021). Open-label placebo for chronic low back pain: A 5-year follow-up. Pain. https://doi.org/10.1097/j.pain.0000000000002162
  • Kause, A., Bruin, W. B., Domingos, Samuel, Mittal, N., Lowe, J., & Fung, F. (2021). Communications about uncertainty in scientific climate-related findings: A qualitative systematic review. Environmental Research Letters. https://doi.org/10.1088/1748-9326/abb265
  • Carraça, E., Encantado, Jorge, et al. (2021). Effective behavior change techniques to promote physical activity in adults with overweight or obesity: A systematic review and meta-analysis. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13258
  • Brakes, P., et al. (McGregor, Peter K.). (2021). A deepening understanding of animal culture suggests lessons for conservation. Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences. https://doi.org/10.1098/rspb.2020.2718
  • Sinval, Jorge, Miller, V., & Marôco, João. (2021). Openness toward organizational change scale (OTOCS): Validity evidence from Brazil and Portugal. PLoS ONE. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0249986
  • Beaulieu, K., et al. (Encantado, Jorge). (2021). Effect of exercise training interventions on energy intake and appetite control in adults with overweight or obesity: A systematic review and meta-analysis. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13251
  • van Baak, M. A., et al. (Encantado, Jorge). (2021). Effect of different types of regular exercise on physical fitness in adults with overweight or obesity: Systematic review and meta-analyses. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13239
  • Romero, J., Vieira, C., Garrido, S., Hermida, M., Catry, Paulo, Faria, G., & Granadeiro, J. P. (2021). Diet and trophic position of two mackerel species in the archipelago of Madeira, Portugal. Journal of Fish Biology. https://doi.org/10.1111/jfb.14766
  • de Mendonça, A., Cardoso, S., Maroco, João, Guerreiro, M., & Carmo, J. C. (2021). The update of semantic memories in amnestic mild cognitive impairment. Journal of Neuropsychology. https://doi.org/10.1111/jnp.12217
  • Blom, S. S. A. H., Aarts, H., Kunst, H. P. M., Wever, C. C., & Semin, Gün R. (2021). Facial emotion detection in Vestibular Schwannoma patients with and without facial paresis. Social Neuroscience. https://doi.org/10.1080/17470919.2021.1909127
  • Dias Neto, David, et al. (2021). Illness perceptions of COVID-19 in europe: Predictors, impacts and temporal evolution. Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.640955
  • Frias, J. P., Ivar do Sul, J. A., Panti, C., & Lima, André R. A. (2021). Editorial: Microplastics in the marine environment: Sources, distribution, biological effects and socio-economic impacts. Frontiers in Environmental Science. https://doi.org/10.3389/fenvs.2021.676011
  • Monteiro, Vera, Mata, Lourdes, & Santos, Natalie N. (2021). Assessment conceptions and practices: Perspectives of primary school teachers and students. Frontiers in Education. https://doi.org/10.3389/feduc.2021.631185
  • Coelho Junior, F. A., Marques-Quinteiro, Pedro, & Faiad, C. (2021). COVID-19: Do weather conditions influence the transmission of the coronavirus (SARS-CoV-2) in Brasília and Manaus, Brazil? Investigaciones Geograficas. https://doi.org/10.14350/RIG.60178
  • Vieira, Manuel, Amorim, Maria Clara P., & Fonseca, P. J. (2021). Vocal rhythms in nesting lusitanian toadfish, halobatrachus didactylus. Ecological Informatics. https://doi.org/10.1016/j.ecoinf.2021.101281
  • Basto-Pereira, Miguel, & Farrington, D. P. (2021). The basic empathy scale: Psychometric properties and contributions to the understanding of antisocial behaviour. Empathy versus offending, aggression and bullying: Advancing knowledge using the basic empathy scale (pp. 11-29). https://doi.org/10.4324/9780429287459-3

 

 

 

 

 
 

Exposição "Prata da Casa"

 

A galeria Malangatana, no edifício principal do ISPA, retoma a sua atividade expositiva já no próximo dia 16 de junho com a inauguração da coletiva “Prata da Casa”. Promovida pelo Centro Cultural do ISPA, com curadoria do Professor Rui Oliveira e da Professora Teresa Almeida Rocha, a exposição apresenta trabalhos originais de docentes e investigadores do Instituto, que revelam, assim, a sua vertente artística neste desejado retorno ao espaço físico e cultural do ISPA.

 
 

 
 

Conversas no Divã – Próximos convidados

 

 

Estas conversas informais continuam a explorar os territórios das artes e da cultura, reunindo sempre novos convidados na nossa página de Facebook:

 

                - 01 junho: Ana Margarida de Carvalho (escritora)

                - 15 junho: André Gago (ator e encenador)

                - 29 junho: Ana Bacalhau (cantora)

 

 

 
 

Fórum SPO – Edição Digital

 

 

O ISPA estará presente no Fórum SPO, um evento dedicado aos Serviços de Psicologia e Orientação das escolas portuguesas, promovido pela Fórum Estudante e pela primeira vez num formato completamente digital. O Professor Sérgio Gaitas será um dos oradores, com uma palestra que refletirá sobre a atualidade da Psicologia da Educação.

 

 

 

 

 

 

Vencedora Prémio ISPA 2021

Natália Fernandes

 

“Receber o Prémio ISPA de Investigação em Psicologia e Ciências do Comportamento é inexplicável, é uma sensação fantástica”.

 

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João Tavares, alumnus do ISPA, distinguido com o Pessoas Award

 

O CHRO na Teleperformance Portugal falou connosco sobre a sua carreira, como foi ser aluno do ISPA, e deixou conselhos aos estudantes atuais.

 

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Final do Ciclo de Conferências 2020/21

 

O Ciclo de Conferências do ano letivo 2020/2021 chegou ao fim, com a última conferência do Especial Mestrados dedicada à Psicologia Social e das Organizações.

 

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Natália Fernandes, vencedora do Prémio ISPA 2021, no Diário de Aveiro e no Notícias de Aveiro 

Alexandre Vaz na Notícias Magazine (versão impressa apenas)

 

David Neto na revista Prevenir (versão impressa apenas)

Ivone Patrão na Notícias Magazine (versão impressa apenas)

 

 

 

 

Está oficialmente aberto o período de Acesso e Ingresso ao Ensino Superior.

 

Os calendários estão já disponíveis para consulta no site do ISPA: http://bit.ly/acessoISPA21