O seu browser não suporta JavaScript! Ispa N1 Minuto | Newsletter junho 2021 | ISPA – Instituto Universitário
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Ispa N1 Minuto | Newsletter junho 2021

 

 

O crescimento está longe de ser uma linha reta.

 

É feito de avanços e recuos, entusiasmos e reveses, de ideias incríveis e outras menos boas, seguramente de ruturas. O Ispa tem construído o seu percurso de forma crescente e celebramos agora mais um destes saltos. Vivemos hoje o segundo de apneia entre largar o pé de uma margem e ainda não ter pousado o outro na oposta. Se tudo isto é o prenúncio de uma boa aventura, que comece.

 

Eram poucos os pontos de contato entre a imagem anterior e a nova visão. É assim que surge a necessidade de realizar um rebranding e repensar o posicionamento, para criar uma marca mais alinhada com a nova instituição e correspondente promessa de valor.

 

O psi é (sempre) o visual de partida, composto por três pilares: o tronco comum que é a Psicologia, onde nasce o Ispa, e dois outros braços que representam as Biociências e a Educação. Todos eles com o seu caráter único, complementar, a confluir para um ponto comum: o conhecimento.

 

Esta mudança transporta também consigo o essencial da nossa identidade - os valores e a essência Ispiana que se pretendem vivos e sempre presentes.

 

Sejam bem-vindos à vossa casa de sempre mas agora renovada, com mais espaço para acolher as suas áreas científicas, com os olhos no futuro e sempre com um lado que é só seu.

O lado humano da ciência.

 

Inês Simão

Coordenadora do Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

   

       

 

 

José Ornelas: Praticar a mudança

 

Com 17 anos, o jovem José Ornelas fez uma formação na ilha de São Miguel, Açores, dada pelo atual Secretário-Geral das Nações Unidas, Eng.º António Guterres, sobre o seu trabalho nos bairros sociais de barracas em Lisboa. Sorrindo, recorda que “recebemos um diploma e tudo. Foi uma honra – ainda tenho uma fotografia do momento da entrega”.

 

Nascido “numa freguesia conhecida por Lajes”, sempre se envolveu, desde muito novo, em questões sociais. Conta que “havia uma base americana que se instalou lá na altura da Segunda Guerra Mundial. Por conseguinte, podíamos acompanhar as novas tecnologias ligadas não só à aviação, mas, como o meu pai trabalhava na área da meteorologia, tive a oportunidade de ver talvez um dos primeiros computadores clássicos dos anos 50.” O avançar destas tecnologias trazia consigo o desenvolvimento e a crescente importância das associações recreativas locais, das quais guarda muito boas memórias e sobre as quais publicou recentemente um livro: “havia duas que exibiam filmes atrás de filmes – principalmente americanos, mas também europeus.

 

Cheguei a ver dois e três por dia. Tinham também muita atividade cultural ligada ao teatro local, que era particularmente relevante em Angra do Heroísmo”.

 

A psicologia na sua vida “surge precisamente nesse âmbito; no final dos anos 60, era o grande tema como ciência, social e politicamente. Isso foi o que me atraiu.” Quando chegou ao Ispa, em 1972, o terceirense José Ornelas envolveu-se desde logo “nos movimentos associativos dos estudantes de Lisboa contra o sistema ditatorial. Consegui que o Ispa, que era uma pequena escola fora do sistema, participasse nas chamadas RIA, Reuniões Inter-Associações, ao lado da Medicina, de Letras, do Técnico”. O seu envolvimento estudantil valeu-lhe um tempo na prisão. “Éramos cinco colegas do Ispa fomos ‘suspensos’ da nossa atividade escolar em 1973, mas isso era um acontecimento que era muito comum na altura. Ainda hoje recordamos com regularidade esses acontecimentos”. Acho que se devia dar uma medalha a todos os estudantes dessa época que lutaram e, inclusivamente, deram a vida pela realização da transformação social contra a ditadura que desencadeou o 25 de abril: um dos nossos companheiros, Ribeiro Santos da Faculdade de Direito, foi assassinado”. O que mais o marcou, resume, foi o facto de “podermos fazer uma mudança social global, que é o que me leva à psicologia comunitária”.

 

Termina a licenciatura em 1979 depois de ter parado dois anos, entre 1974 e 1976, para se dedicar à atividade social e política a concretizar projetos como o do Bairro da Boavista em Benfica, para ajudar pessoas a conseguir acesso a casas, que aguardavam há anos. Diz que “regresso na altura certa para retomar os estudos, que terminam em junho de 1979 e, em setembro, estou a começar o doutoramento na Boston University”. Ao contrário de muitos colegas que partiram para França, a ida para os Estados Unidos da América, conta entre risos, surge “talvez por ser açoreano”. Foi com uma bolsa da região, pouco depois de ter sido constituído o primeiro Governo Regional.

 

“Nunca conheci um açoreano que não tivesse ligações à América. A minha avó paterna, por exemplo, nasceu lá. O meu bisavô, pai dessa avó, esteve na ilha de Ellis a fazer a quarentena de imigração no fim do século XIX. A nossa ligação aos EUA é muito profunda. Tenho em Newport, Rhode Island, uma rede de familiares de mais de 30 primos”. O suporte familiar e a proximidade de Newport a Boston foram cruciais para José Ornelas, na altura com 25 anos, não hesitar em dar esse passo. “A BU é uma universidade nova na altura, com uma abordagem experimental, socialmente interessante, onde Martin Luther King fez o seu doutoramento em Teologia; uma universidade cheia de intervenção, em bairros de Cambridge e Boston, para aumentar o número de afro-americanos nas universidades – algo que muito mais tarde iria abrir caminho para a presidência de Barack Obama. Essas questões todas fascinavam-me e, a acrescentar a isto, interessava-me muito ver como a democracia americana, já consolidada, porque em Portugal, cinco anos depois do 25 de abril, ainda a estávamos a construir. Queria vivenciá-la para depois trazer essa filosofia para cá. Em termos da minha formação ideológica atual, essa minha estadia foi muito importante”.

 

José Ornelas, no seu doutoramento, focou-se na “desinstitucionalização que observava”. Na área de Massachussets, onde viveu cinco anos, estava totalmente implementada: “não havia hospitais psiquiátricos, não havia instituições para crianças e jovens. As pessoas viviam na comunidade. Uma das primeiras pessoas que conheci em Cambridge tinha sido diagnosticada com doença mental, era uma das líderes sociais mais conhecidas da altura e teve uma influência enorme em mim: Judi Chamberlin. Recolhi dados durante o tempo que lá estive, trabalhei nas residências comunitárias, como agora os meus alunos fazem, a ajudar pessoas a arranjar trabalhos, por exemplo”. Considera uma coincidência a Boston University ser muito envolvida nas questões comunitárias, sobretudo “através da Escola de Educação, que fazia trabalho em zonas de extrema pobreza, para tentar resolver a situação através da educação. Aprendi essas ideias, que depois implementaria em Portugal”.

 

Regressou em 1985, tendo sido professor na Universidade dos Açores durante três anos letivos antes de voltar para o Ispa. Em 1995 resolve fazer um segundo doutoramento, na Universidade do Porto, “já não sobre a desinstitucionalização, mas sobre a integração: os mecanismos complexos, os suportes e tecnologias sociais necessárias. Não basta fechar as portas de instituições para haver integração – esta tem que ser um processo técnico e científico”. A acrescentar a isto, focou-se num grupo muito específico: pessoas com experiência de doença mental, “principalmente esquizofrenia, que me interessa cientificamente porque há poucos estudos a este nível”; é necessário o trabalho com estes casos, explica, “para demonstrar que é possível manter grupos in extremis em casas”.

 

Nunca perdeu, no entanto, a ligação ao arquipélago que o viu nascer. “Os Açores são uma região lindíssima, de grande sustentabilidade ecológica, mas tem dois problemas sociais que ainda não conseguiu resolver: a pobreza e o insucesso escolar”. Surgiu, assim, a Parceria de Intervenção Comunitária (PIC), no ano letivo 2015/2016. O projeto, que terminou oficialmente o ano passado, foi um sucesso – e uma das razões para a distinção recente com o Lifetime Career Award da Associação Europeia de Psicologia Comunitária (ECPA): “trabalhámos com cerca de mil famílias.

 

Reduzimos em todas as escolas que participámos a taxa de retenção e o absentismo, conseguimos aumentar o envolvimento dos alunos e o número destes que terminava a escolaridade obrigatória. Apresentei-o na conferência da European Federation of Psychologists' Associations (EFPA) em Moscovo, pouco antes da pandemia”.  Os seus pares, segundo conta, ficaram deslumbrados porque José Ornelas e a sua equipa conseguiram pôr em prática “uma teoria que toda a gente falava: escola, família e comunidade. Implementámos as três dimensões em simultâneo. Reuníamos de manhã com as escolas e professores, depois com alunos, a meio da tarde com clubes de futebol e ao fim da tarde com pais. Começámos uma reviravolta, que continua em curso. O nosso objetivo foi demonstrar que a única maneira de resolver eficaz e significativamente a problemática da pobreza é através da educação”.

 

O outro “clique” que José Ornelas considera ter sido fundamental para a distinção da ECPA foi o Home_EU. “Um projeto que me honra muito. Conseguimos trazer para Portugal um Horizonte 2020 na área das ciências sociais, o que não é comum, no valor de €2M e coordenado pelo Ispa”. Considera que este projeto foi uma espécie de culminar do seu trabalho até à data porque não só combinava as bases do seu primeiro e segundo doutoramentos, mas já empregava um modelo ecológico de integração. O sucesso deste projeto é notório: “logo após concluirmos o projeto, o Parlamento Europeu fez uma resolução histórica: a União Europeia vai terminar todas as situações de sem-abrigo através de Housing First até 2030 – e explicitaram que será através do modelo preconizado e estudado pelo Home_EU. Extraordinário”. O impacto local não foi menor: “a Câmara Municipal de Lisboa esteve envolvida desde o início enquanto nossa parceira. Quando começámos tínhamos cerca de 50 casas em Housing First e atualmente são quase 400. Podemos dizer que é a capital da União Europeia com menos situações de sem-abrigo per capita”.

 

Perguntamos como resumiria esta distinção, atribuída na 11th European Conference of Community Psychology, emitida digitalmente a partir de Oslo no início do mês de junho: “este prémio reconhece todo esse percurso. É uma vida”. Salienta que esta conferência reconheceu também “a tese de doutoramento da Francesca Esposito sobre refugiados, supervisionada aqui no Ispa por mim, e os nossos estudantes de Mestrado, que participaram com um poster em vídeo selecionado para ser apresentado a toda a assembleia e participantes. Tivemos três momentos muito marcantes, que demonstram a força da área de Psicologia Comunitária do Ispa a nível internacional”.

 

José Ornelas, pondo de lado os feitos pelos quais foi distinguido, conta-nos que “um dos contributos dos quais me orgulho muito pessoalmente, em termos académicos, foi ter contribuído para a diversidade da formação no Ispa. Na União Europeia, o Mestrado em Psicologia Comunitária foi o primeiro, e é ainda o único, com este nome; há muitos derivados com nomes diferentes, mas somos os únicos com esta designação concreta. Por conseguinte, queria aqui realçar o trabalho imenso que tenho feito na criação desta nova área científica. Na altura só havia os três mestrados de Clínica, Educacional e Social e Organizações e uma Licenciatura. Acho que dei um contributo, na minha humilde opinião, fundamental para a criação do Instituto Universitário que hoje é, com a criação de duas novas Licenciaturas, e que muito feliz estou que seja”.

 

Celebrando 50 anos de ligação ao Ispa em 2022, perguntamos o que pretende transmitir aos seus filhos e aos futuros psicólogos que sigam as suas pisadas. Começa por falar dos seus filhos: Vicente, Verónica e Romeu. “Eles acompanham muito de perto o trabalho que faço. Esta questão do Housing First influencia muito a minha filha, que está a fazer a tese de mestrado de arquitetura sobre o impacto da reabilitação em vez da construção de bairros sociais. Gostava muito que os meus filhos continuassem envolvidos socialmente, colocassem os seus conhecimentos e o privilégio que têm tido de estudar ao serviço do aprofundamento da nossa sociedade; que acreditassem que a democracia permite-nos fazer tudo. Podemos transformar, podemos resolver a educação, as situações de sem-abrigo, uma mudança social total”.

 

Quanto à Psicologia Comunitária, José Ornelas espera que esta continue a “estar envolvida socialmente. Vou fazer tudo por tudo para que não se torne numa carreira burocrática e académica de lugares, mas sim uma ciência que serve as comunidades. Seja cyberbullying, questões de género, a questão da pós-pandemia… Espero que as novas gerações consigam estar empenhadas em usar a ciência para mudar”.

 

O que é, para José Ornelas, ser Ispiano?

Quando se deu o 25 de abril, houve uma manifestação de Ispianos em que o lema era “A Psicologia ao serviço do povo – expressão muito comum na altura”. Isso é que é um Ispiano: para mim, é pôr a psicologia ao serviço da resolução dos problemas das pessoas e dos desafios sociais nosso tempo.

 

 

 

 

 

Um mês de orgulho, onze meses de luta

 

Em Portugal, a primeira “Marcha do Orgulho Gay” acontece a 28 de junho de 2000 em Lisboa, ano em que os EUA declaram junho como o mês de orgulho (pride). A revolução iniciou-se em 28 de junho de 1969, na ilha de Manhattan, junto ao bar Stonewall Inn, nascida da resistência e revolta de pessoas gays, lésbicas, bissexuais, trans e outras (LGBT+) contra o assédio, a perseguição e a violência constante e sistémica, em particular por parte das forças policiais. Em consequência, foi celebrado o primeiro pride em junho do ano seguinte em algumas cidades norte-americanas, que com o passar dos anos atravessou fronteiras até aos dias de hoje.

 

O mês e a marcha do orgulho pretendem celebrar a diversidade, dignidade, e visibilidade das pessoas LGBT+, e assinalar a agência das pessoas LGBT+ na reivindicação da sua cidadania livre e plena. Assim, se o “orgulho” assinala simbolicamente a visibilidade da comunidade LGBT+, o mês do orgulho é também um momento de exigência de direitos civis e humanos a que esta comunidade não tem ainda total acesso.

 

Em 2010, Portugal foi o primeiro país no mundo a simultaneamente permitir o acesso ao casamento civil a casais do mesmo sexo e proibir que estes casais pudessem aceder à parentalidade. Seguiram-se seis anos de constantes esforços para que o direito à constituição de uma família se tornasse uma realidade. O debate sobre a possibilidade de acesso à parentalidade por casais do mesmo sexo e pessoas LGBT+ tornou-se um exemplo de como nós, psicólogos/as, podemos desempenhar um papel fundamental na informação e formação da sociedade civil e na construção de um debate político baseado na evidência científica.

 

Ao contrário das preocupações sociais à época, esta evidência tem demonstrado de forma consistente que a orientação sexual ou identidade de género dos/as pais/mães LGBT+ não tem um impacto negativo no desenvolvimento das crianças. Estudos científicos portugueses e internacionais têm demonstrado que as trajetórias de desenvolvimento destas crianças são semelhantes às de crianças com pais/mães heterossexuais e cisgénero, e que o bem-estar e o ajustamento psicológico e social destas crianças não é comprometido por ter dois pais ou duas mães. Pelo contrário, alguns estudos indicam que os/as pais/mães LGBT+ poderão até promover a resiliência dos/as seus/suas filhos/as, ao terem desenvolvido recursos psicológicos resultantes da luta contra o preconceito e a discriminação. Esta evidência permitiu informar um debate que ajudou a solidificar a reivindicação de dezenas (centenas?) de pais/mães LGBT+ e de milhares de pessoas LGBT+ que aspiram à constituição da sua família.

 

A ciência tem o dever de ser útil às pessoas que estuda, e muitas das necessidades da comunidade LGBT+ estão ainda sem resposta. Parafraseando Marsha P. Johnson, pioneira da revolta de Stonewall, nunca tens os teus direitos até que todos/as tenham os seus direitos. A psicologia pode e deve unir-se à luta pelo bem-estar de todos/as, dando centralidade ao humanismo que a caracteriza. De julho, a maio.

   

Pedro Alexandre Costa

Investigador Ispa – William James Center for Research

 

 

 

 

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do Professor António Coimbra de Matos.

 

Professor associado convidado do Ispa desde 1990, é indubitavelmente um dos nomes mais incontornáveis da Psicologia e da Saúde Mental em Portugal. A sua marca indelével estará para sempre presente em toda a comunidade Ispiana. O Ispa concedeu o título de Doutor Honoris Causa ao Professor António Coimbra de Matos em 2012.

 

Esta é uma perda irreparável para a Comunidade Ispa, mas ainda mais para a sua família, a quem o Ispa endereça as mais sentidas condolências.

 

Um até sempre ao Mestre com “o pensamento na lua, o pé na estrada e o olhar nos outros”.

 

O Conselho de Administração do ISPA, CRL

A Reitora do ISPA – Instituto Universitário

 

 

 

 

 

Projeto Inforbiomares inaugura website

 

Sabiam que o Parque Marinho Professor Luiz Saldanha é a única área marinha protegida em Portugal que tem um website dedicado? Recentemente lançado, podem encontrar lá as mais diversas informações sobre a sua história, a vida marinha, a ciência e conservação desenvolvida pelos nossos investigadores MARE-ISPA, assim como a oferta de várias atividades náuticas e de lazer.

 

Construído de uma forma muito interativa, podem percorrer ainda as incríveis galerias de imagens e vídeos.

 

Curiosos? Vejam tudo em https://arrabidaparquemarinho.ualg.pt/

 

Parceiros: CCMAR – Centro de Ciências do Mar; Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas; Liga para a Protecção da Natureza; Universidade do Algarve; MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente

 

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Artigos publicados

 

  • Correia, E., Granadeiro, J. P., Regalla, A., & Catry, Paulo. (2021). Coastal waters of a marine protected area o     f the bijagós archipelago, west africa, shelter juvenile fishes of economic and ecological importance. Regional Studies in Marine Science. https://doi.org/10.1016/j.rsma.2021.101892
  • DeLisi, M., Pechorro, P., Gonçalves, R. A., & Marôco, João. (2021). An antisocial alchemy: Psychopathic traits as a moderator of the different forms and functions of aggression in delinquency and conduct disorder among youth. International Journal of Law and Psychiatry. https://doi.org/10.1016/j.ijlp.2021.101717
  • da Silva, W. R., Neves, A. N., Marôco, João, & Campos, J. A. D. B. (2021). A psychometric evaluation of the body checking and avoidance questionnaire among Brazilian adults. Trends in Psychology. https://doi.org/10.1007/s43076-021-00075-1
  • Hermosa-Bosano, C., Hidalgo-Andrade, P., Olaya-Torres, A., Duque-Romero, C., Costa, Pedro A., & Salinas-Quiroz, F. (2021). Predictors of attitudes toward lesbian and gay parenting in an ecuadorian sample. Journal of GLBT Family Studies. https://doi.org/10.1080/1550428X.2021.1935381
  • Luís, Ana R., May-Collado, L. J., Rako-Gospić, N., Gridley, T., Papale, E., Azevedo, A., Silva, M.A., Buscaino, G., Herzing, D., dos Santos, Manuel E. (2021). Vocal universals and geographic variations in the acoustic repertoire of the common bottlenose dolphin. Scientific Reports. https://doi.org/10.1038/s41598-021-90710-9
  • Oppert, J. -M., et al. (Encantado, Jorge). (2021). Exercise training in the management of overweight and obesity in adults: Synthesis of the evidence and recommendations from the european association for the study of obesity physical activity working group. Obesity Reviews. https://doi.org/10.1111/obr.13273
  • Camacho, A., Correia, N., Zaccoletti, S., & Daniel, João R. (2021). Anxiety and social support as predictors of student academic motivation during the COVID-19. Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.644338
  • Pereira, H. V., Palmeira, A. L., Encantado, Jorge, Marques, M. M., Santos, I., Carraça, E. V., & Teixeira, P. J. (2021). Systematic review of psychological and behavioral correlates of recreational running. Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.624783
  • Patrício, Ana R., Hawkes, L. A., Monsinjon, J. R., Godley, B. J., & Fuentes, M. M. P. B. (2021). Climate change and marine turtles: Recent advances and future directions. Endangered Species Research. https://doi.org/10.3354/esr01110

 

 

 

 

 
 

Colóquio Educação

 

Nos próximos dias 9 e 10 de julho, juntem-se a nós para discutir o tema “Educação e Desenvolvimento: Caminhos cruzados ou estradas paralelas?”, num colóquio promovido pelo Centro de Investigação em Educação do Ispa.

 

Entradas gratuitas no Zoom, mediante inscrição obrigatória: http://ispa.pt/educacao2021

 
 

 
 

Conversas no Divã – Próximos convidados

 

 

Estas conversas informais continuam a explorar os territórios das artes e da cultura, reunindo sempre novos convidados na nossa página de Facebook:

 

                - 13 julho: Leonel Moura (artista)

                - setembro (data a confirmar): João Tordo (escritor)

                - setembro (data a confirmar): António Antunes (cartoonista)

 

 

 
 

Workshop Rede Pares

 

 

O projeto Rede Pares tem o seu próximo workshop, “Um breve roteiro das recomendações da Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica” por Rui do Carmo, no próximo dia 14 de julho, das 18h às 19h.

 

Inscrição no Zoom gratuita e obrigatória: https://forms.gle/UcRegdF7KtTn3tv59

 

 

 
 

Webinar “Planos de Gestão de Dados & Publicação de Dados de Investigação”

 

 

O centro de investigação do Ispa APPsyCI organiza, no próximo dia 19 de julho entre as 12h e as 13h10, um webinar dedicado a um tema especialmente relevante para quem trabalha em atividades de I&D.

 

Para participar no Zoom, a inscrição é gratuita e obrigatória: https://forms.gle/ZHHNfyaGhSzbnuCL9

 

 

 

 

 

 

Ispa lança marca renovada

 

O Ispa apresenta a sua marca renovada, resultante de um ambicioso projeto de rebranding, que aponta para uma nova visão do futuro.

 

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Sessões de Esclarecimento dos Mestrados

 

Nos dias 7 e 9 de junho, as Escolas de Educação e Biociências do Ispa, respetivamente, abriram ao público as sessões de esclarecimento sobre a sua oferta de Mestrados.

 

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Este Mar é Especial!

 

Foi inaugurada no passado dia 6 de junho a nova exposição no Museu Oceanográfico do Portinho da Arrábida, tendo sido celebrado também o lançamento do livro desenvolvido no âmbito do projeto Inforbiomares.

 

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David Neto na RTP3 e no Expresso

José Ornelas no Açoriano Oriental (versão impressa apenas)

 

 

Raquel António na RTP3 

 

 

 

 

 

Está oficialmente aberto o período de Acesso e Ingresso ao Ensino Superior.

 

Os calendários estão já disponíveis para consulta no site do ISPA: http://bit.ly/acessoISPA21