O seu browser não suporta JavaScript! ISPA N1 MINUTO | Newsletter janeiro 2021 | ISPA – Instituto Universitário
PT

ISPA N1 MINUTO | Newsletter janeiro 2021

 

 

2020 foi, no mínimo, surpreendente: mostrou-nos que a vida, tal como a conhecemos, precisa apenas de uns instantes para se transformar, realçou a importância das Biociências na resolução dos problemas, expôs os desafios aos quais a Educação tem de responder e contribuiu, como nunca, para reduzir o estigma a que a saúde mental está sujeita, uma batalha que a Psicologia trava há muito.
 
Num momento especialmente crítico, em que sentimos uma vez mais a nossa resistência posta à prova, relembramos que o projeto PsiQuaren10, distinguido no ano passado com o prémio Boas Práticas em Psicologia pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, se mantém ativo online e por telefone, ao serviço de toda a comunidade, Ispiana e não só.
 
Precisamos de criar ou fortalecer ferramentas para melhor lidar com as limitações e mudanças que a pandemia nos impôs. E se acreditarmos que “o caos é uma ordem por decifrar”, então, tudo isto terá sido muito mais fácil de ultrapassar.
 
Um 2021 com saúde para todos!

 

 

Joana Vicente Pinto

Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

       

 

 

O "Astronalta" da Ajuda

 

Frederico Almada sempre foi um miúdo curioso. “Nasci dois anos antes do 25 de abril e lembro-me perfeitamente de vir para a rua e andar a passear num tanque – foi uma experiência marcante, passear num tanque em Lisboa”.

 

Recorda-se que o queria mesmo ser era “desportista de manhã, cientista à tarde e ‘astronalta’ – com L – à noite. Isto para mim fazia todo o sentido: faz-se desporto de manhã, à tarde trabalha-se e à noite, que é quando se veem as estrelas e os planetas, é a altura certa para se ser astronauta.” Largou cedo o “fato” de astronauta; ainda chegou a ser federado de basquetebol e praticar natação, mas “manter a chama do cientista acesa foi-me ocupando uma fatia cada vez maior da minha vida; obviamente que isso não se compadece com o ser desportista ou astronalta.”

 

Sempre teve gosto por muitas áreas da ciência, acabando por fazer o curso de Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. “Até essa altura não sabia que queria ser biólogo marinho: apenas que queria ser cientista.” Esboça um sorriso quando se lembra dos tempos de faculdade e continua a descrever o despertar tardio para a sua atual profissão: “Salvo erro foi no primeiro ou segundo ano, tinha uns amigos que gostavam muito de ir ali para a Arrábida. Numa dessas idas eles levaram alguns fatos, máscaras e barbatanas – tudo muito velho e tudo muito roto.” Emprestaram-lhe o material, meteu a cabeça debaixo de água e apaixonou-se: “Eh, pá! Não sabia que havia bichos de tantas cores aqui! Pensava que só existiam na Austrália.” Foi assim, na praia de Alpertuche, que deu os seus primeiros mergulhos ou, como prefere pôr, “onde começou esta paixão pelo mar.”

 

A ligação ao ISPA começou “no século passado. Ainda estava a fazer a minha licenciatura e já tinha vindo bater à porta do Professor Vítor Almada para ele me ajudar a imaginar coisas que eu pudesse fazer enquanto aluno.” Figura incontornável do ISPA e o principal influenciador de Frederico Almada, foi seu orientador de estágio ainda na Faculdade de Ciências juntamente com a Professora Maria José Costa e, posteriormente, quem mais o entusiasmou para a área do comportamento animal, levando Frederico a fazer o mestrado em Etologia no ISPA.

 

A partilha de apelidos sempre gerou alguma curiosidade. “Não é meu pai, não é meu tio, não é meu primo que eu saiba; ainda nos divertimos um bocadinho com essa história, ele próprio tentou saber se havia alguma parte da família onde nos juntávamos, mas se isso aconteceu foi muito lá para trás. O Professor Vítor Almada era cego e era o meu orientador, e, portanto, brincava muito com ele acerca disso: a piada é obvia, eu era orientado por um cego. Felizmente essa característica não o definia, ele era uma pessoa extremamente curiosa e apaixonada pela biologia marinha; era fascinante vê-lo a identificar peixes só pelo tato.”

 

Seguiu-se o doutoramento a estudar a evolução dos blénios, uma espécie de peixes comuns na costa portuguesa a que normalmente chamamos cabozes. A partir daí, Frederico Almada “tropeçou” na área que viria a tornar-se um dos seus principais focos: o veneno dos peixes. “Há uma espécie de cabozes que têm uns dentinhos que conseguem injetar veneno, mas não foi por aí que veio a minha curiosidade; aproveitei-me muito mais das circunstâncias.” Na altura, procurou quais as espécies de peixes venenosos mais comuns em Portugal e nas costas europeias, e reparou que não havia praticamente nada publicado sobre o assunto; “bom, se não há nada escrito, é um bom nicho para aproveitar e para explorar – e assim tem sido.” “O veneno é uma coisa engraçada porque é uma área aplicada da ciência, e quero ver que propriedades tem que possam ser úteis para nós, humanos. Neste momento tenho um projeto a decorrer com colegas da Universidade Católica do Porto e da University of Saint Joseph em Macau precisamente nesse sentido, explorando de que forma é que os compostos produzidos pelos peixes podem ser úteis no combate a bactérias, por exemplo, e aplicados ao nosso bem-estar.”

 

Como não podia deixar de ser, o miúdo que morava na Calçada da Ajuda e que sonhava ter três profissões tem muitos outros projetos em mãos, mas um sobressai pela dimensão nacional que tem alcançado em tão pouco tempo: o Kids Dive.

 

Conta-nos que este projeto de educação ambiental foi surgindo dos resultados preocupantes em termos de biodiversidade que a equipa com a qual trabalha na monitorização de áreas marinhas protegidas foi obtendo. Isso “fez-me sentir que era necessário sair um bocadinho do ambiente académico e mostrar a um público mais vasto qual a importância de defender o Oceano.” Mas qual foi, de facto, ‘a gota de água’ para impulsionar este projeto inovador? “Nós não temos tempo para esperar que a próxima geração faça alguma coisa que a nossa aparentemente não foi capaz de fazer.” Foi assim definido um programa para crianças e jovens dos 8 aos 17 anos de idade: “nesta idade acho que estão despertos para seguir muitos percursos na sua vida futura e, portanto, julgo ser a altura certa para, de alguma forma, tentar cativá-los com a beleza do que existe debaixo de água. Porque a verdade é que nós não protegemos o que não conhecemos. Além de tudo o mais, sou pai e tenho uma noção de como os meus filhos me absorvem e como eles influenciam a minha atuação. A minha esperança é que, embora estejamos a fazer o Kids Dive com crianças, elas possam influenciar as famílias que, se calhar, não estarão tão despertas para projetos de sensibilização ambiental por falta de tempo – e a verdade é esta, não temos tempo. Mas se nos trabalhos de casa e nas atividades e exigências da própria criança a família não tiver outra opção senão ver-se envolvida neste processo de proteção do oceano, então se calhar conseguimos atingir o objetivo.”

 

Por falar em crianças, que legado é que o pai Frederico Almada quer deixar? Aos dois filhos, com 5 e 9 anos de idade, diz que “faço um esforço grande para nunca os forçar a fazer nada que eles não possam querer. É muito engraçado, porque vá o pai “fazer marés” e explorar cabozes, mexilhões, e polvos e outras coisas, ou vá o pai sair para uma noite de amigos, eles têm curiosidade de saber o que os pais fazem, mas é preciso esperar que essa curiosidade surja deles. É um gosto quando lhes atiro um polvo para as mãos ou lhes digo ‘segura aqui nesta estrela-do-mar’ e ver como reagem, porque é uma exploração que é deles.” “Gostava de lhes passar uma característica que não tem só a ver com a biologia marinha: motivação. A expressão que gosto de usar é ‘morder o osso e não largar’. Eles têm de perceber que não podem desistir à primeira dificuldade, e saber que eles têm essa característica é o melhor legado que lhes posso deixar.”

 

O que é, para Frederico Almada, ser Ispiano?

“Deixa-me lá pensar um bocadinho nisso… característica muito particular: o ISPA é uma instituição relativamente pequena, mas temos uma equipa de pessoas que se preocupam umas com as outras, com a investigação e com a ética. Tanto assim é que temos algo que não encontro em mais lado nenhum: não só um nível de investigação muito elevado – e a classificação não é minha, é da própria Fundação para a Ciência e Tecnologia que classificou o MARE, no qual nos integramos, como Excelente –, mas também um espirito de entreajuda muito grande. Valorizo imenso o espírito de companheirismo e boa formação humana. Para além de investigadores, os meus colegas são pessoas bem formadas, e isso será sempre uma enorme mais-valia. Fiquei por isso muito feliz por regressar ao ISPA – onde valorizo imenso esse ambiente de trabalho.”

 

 

 

 

 

O projeto Rede de Pares: Violência de Género e Empoderamento, desenvolvido pelo centro de investigação APPsyCI - Applied Psychology Research Center Capabilities & Inclusion do ISPA – Instituto Universitário, tem como objetivo a criação de Grupos de Suporte Pares que incentivam e apoiam o empoderamento cívico de mulheres que são alvo de violência de género, doméstica, assédio e discriminação. Este projeto inovador, que procura atuar no reforço dos mecanismos de proteção das vítimas, foi recentemente aprovado pelo Open Call #4 - EEA Grants, um fundo europeu composto pela Islândia, Liechtenstein e Noruega que financia os Estados membros com menores PIB per capita mobilizando-os para darem respostas mais eficazes a um problema que diz respeito a todos. Gerido no terreno pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, no âmbito do Programa Conciliação e Igualdade de Género, o Rede de Pares tem a duração de 24 meses e conta com um orçamento de mais de 200 mil euros.

 

 

A relevância deste projeto está na forma como atua na prevenção e na intervenção precoce contra a escalada de violência doméstica identificada em Portugal - 111 mulheres vítimas de femicídio entre 2014 e 2019 (dados do Ministério da Justiça) e 16 mulheres entre janeiro e novembro de 2020 (dados do Ministério da Administração Interna e do Observatório de Mulheres Assassinadas/UMAR) - exacerbada pelas condições de isolamento impostas pela pandemia. Apesar da intensificação da violência contra as mulheres em Portugal, têm sido os profissionais a assumir o protagonismo e a liderar a criação dos serviços diretos de apoio, procurando soluções para uma situação emergente e dramática que se abate sobre milhares de mulheres, crianças, jovens e suas famílias.

 

 

Ao gerar novas oportunidades de protagonismo para as sobreviventes de violência através dos Grupos de Suporte Pares, tendo por base as experiências das mulheres participantes, em particular mulheres migrantes, idosas e das zonas rurais, o Rede de Pares promove um trabalho de empoderamento e informação quer a montante quer a jusante:

 

 

Do ponto de vista da intervenção, pretende desenvolver a capacidade de participação e do suporte de pares entre as mulheres de grupos vulneráveis sobre violência de género e doméstica (auto-representantes) e estabelecer os pilares para uma Rede nacional e internacional dessas mulheres que foram alvo de violência de modo a constituir-se como recurso para a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica. E na perspetiva da prevenção, a Rede de Pares irá capacitar os profissionais das associações no conhecimento da criação e desenvolvimento dos grupos de suporte de pares entre mulheres, promover a conscientização de futuros profissionais de saúde e dos jovens através de iniciativas de educação/sensibilização, que contarão com a participação das mulheres sobreviventes.

 

 

O projeto Rede de Pares conta com a consultoria da associação Women of multicultural ethnicity network (W.O.M.E.N) da Islândia e tem parcerias estabelecidas com associações com vários anos de experiência de intervenção junto de mulheres, como a ACVS - Associação Caboverdiana de Setúbal, a Casa do Brasil de Lisboa e a TAIPA Odemira - Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado.

 

 

José H. Ornelas

Professor Catedrático do ISPA - Instituto Universitário

 

 

 

 

MATHMot – a motivação para a matemática

Os Professores Francisco Peixoto, Lourdes Mata e Marisa Quaresma são os representantes portugueses neste projeto europeu que se foca em perceber o desenvolvimento da motivação para estudar matemática.

 

Mergulho virtual com o Kids Dive

Mais de 1300 crianças e jovens dos 8 aos 17 anos tiveram a oportunidade de fazer um mergulho virtual que contou com a presença de um dos mais famosos exploradores do mundo, Paul Rose.

 

Professora Cláudia Carvalho na Revista PAIN

A Professora Cláudia Carvalho foi entrevistada para a revista PAIN, da International Association for the Study of Pain, no seguimento do seu mais recente artigo científico sobre o uso de placebo honesto em doentes com lombalgia crónica.

 


 

Artigos publicados

  • Sánchez-Rodríguez, E., Ferreira-Valente, Alexandra, Pathak, A., Solé, E., Sharma, S., Jensen, M. P., & Miró, J. (2021). The role of perfectionistic self-presentation in pediatric pain. International Journal of Environmental Research and Public Health. https://doi.org/10.3390/ijerph18020591

  • Ventura, F., Granadeiro, J. P., Matias, R., & Catry, Paulo. (2021). Spatial and temporal aggregation of albatross chick mortality events in the falklands suggests a role for an unidentified infectious disease. Polar Biology. https://doi.org/10.1007/s00300-020-02797-x
  • Forslund, T., Granqvist, P., van IJzendoorn, M. H., Sagi-Schwartz, A., Glaser, D., Steele, M., Duschinsky, R., Veríssimo, Manuela. (2021). Attachment goes to court: Child protection and custody issues. Attachment and Human Development. https://doi.org/10.1080/14616734.2020.1840762
  • Costa, Rui M., Mangia, Paula, Pestana, José, & Costa, David. (2021) Heart rate variability and erectile function in younger men: A pilot study. Applied Psychophysiology Biofeedback. https://doi.org/10.1007/s10484-020-09499-4
  • Marques-Quinteiro, Pedro, Ramos-Villagrasa, P., Navarro, J., Passos, A. M., & Curral, L. (2021). The rough journey to success: Examining the nonlinear dynamics of processes and performance in teams. Nonlinear Dynamics, Psychology, and Life Sciences, 25(1), 69-91.
  • Gloster, A. T., Lamnisos, D., Lubenko, J., Presti, G., Squatrito, V., Constantinou, M., Karekla, M. David D. Neto. (2020). Impact of COVID-19 pandemic on mental health: An international study. PLoS ONE. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0244809
  • DeLisi, M., Pechorro, P., Gonçalves, R. A., & Marôco, João. (2020). Trauma, psychopathy, and antisocial outcomes among community youth: Distinguishing trauma events from trauma reactions. Youth Violence and Juvenile Justice. https://doi.org/10.1177/1541204020984214
  • Gaspar, R., Domingos, Samuel, Brito, D., Leiras, G., Filipe, J., Raposo, B., & Telo de Arriaga, M. (2020). Striving for crisis resolution or crisis resilience? The crisis layers and thresholds model and information and communication technology-mediated social sensing for evidence-based crisis management and communication. Human Behavior and Emerging Technologies. https://doi.org/10.1002/hbe2.241
  • Campos, L. A., Kämäräinen, M., Silvola, A. -S., Marôco, João, Peltomäki, T., & Campos, J. A. D. B. (2020). Orofacial esthetic scale and psychosocial impact of dental aesthetics questionnaire: Development and psychometric properties of the Finnish version. Acta Odontologica Scandinavica. https://doi.org/10.1080/00016357.2020.1857435
  • Gómez-Sánchez, J., Moreno-Ríos, S., Couto, M., & Quelhas, Ana Cristina. (2020). Conditional content, explicit information and generating cases: Sources for suppressing inferences. Acta Psychologica. https://doi.org/10.1016/j.actpsy.2020.103240
  • Triki, Z., Emery, Y., Teles, M. C., Oliveira, Rui F., & Bshary, R. (2020). Brain morphology predicts social intelligence in wild cleaner fish. Nature Communications. https://doi.org/10.1038/s41467-020-20130-2
  • Zaccoletti, S., Camacho, A., Correia, N., Aguiar, C., Mason, L., Alves, R. A., & Daniel, João R. (2020). Parents’ perceptions of student academic motivation during the COVID-19 lockdown: A cross-country comparison. Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2020.592670
  • Forsblom, Lara, Peixoto, Francisco & Mata, Lourdes. (2020). Perceived classroom support: Longitudinal effects on students' achievement emotions. Learning and Individual Differences. https://doi.org/10.1016/j.lindif.2020.101959
  • Romero, J., Catry, Paulo, Alonso, H., & Granadeiro, J. P. (2020). Seabird diet analysis suggests sudden shift in the pelagic communities of the subtropical northeast atlantic. Marine Environmental Research. https://doi.org/10.1016/j.marenvres.2020.105232
  • Guedes, Maryse, Matos, Inês, Almeida, Telma Sousa, Freitas, Miguel, Alves, Stephanie, Santos, António J., Verissimo, Manuela, Chronis-Tuscano, A., Rubin, K. H. (2020). Perceptions of portuguese parents about the acceptability of a multicomponent intervention targeted at behavioral inhibition during early childhood. Infant Mental Health Journal. https://doi.org/10.1002/imhj.21900
  • Gilbey, J. et al. (Francisco, Sara M., Robalo, Joana I., Silva, Gonçalo) (2020). Life in a drop: Sampling environmental DNA for marine fishery management and ecosystem monitoring. Marine Policy. https://doi.org/10.1016/j.marpol.2020.104331
  • Pinto, M., Fernández-Pascual, R., Lopes, Carlos, Antunes, M. L., & Sanches, T. (2020). Perceptions of information literacy competencies among future psychology professionals: A comparative study in Spain and Portugal. Aslib Journal of Information Management. https://doi.org/10.1108/AJIM-04-2020-0103
  • Mendonça, Rita, Garrido, M. V., & Semin, Gün R. (2020). Asymmetric practices of reading and writing shape visuospatial attention and discrimination. Scientific Reports. https://doi.org/10.1038/s41598-020-78080-0
  • Steinfurth, A., Oppel, S., Dias, Maria P., Starnes, T. and others. (2020). Important marine areas for the conservation of northern rockhopper penguins within the tristan da cunha exclusive economic zone. Endangered Species Research. https://doi.org/10.3354/ESR01076
  • Sapage, M., & Varela, Susana A. M. (2020). Two research avenues for future mate-choice copying studies: A comment on Davies et al. Behavioral Ecology. https://doi.org/10.1093/beheco/araa075
  • Martins, João, & Lavradio, Leonor. (2020). Rushing to the end: Participants’ perceptions of demotivating aspects of online surveys. Analise Psicologica. https://doi.org/10.14417/ap.1674
  • Simões, E. A., & Martins, Margarida A. (2020). Analysis of reading errors in portuguese: Digraphs and complex syllabic structures. Analise Psicologica. https://doi.org/10.14417/ap.1732
  • Lopes, Ana F., Faria, Ana M., Dupont, S. (2020). Elevated temperature, but not decreased pH, impairs reproduction in a temperate fish. Scientific Reports. https://doi.org/10.1038/s41598-020-77906-1
  • Carvalho, Claudia, Pais, M., Cunha, L., Rebouta, P., Kaptchuk, T. J., & Kirsch, I. (2020). Open-label placebo for chronic low back pain: a 5-year follow-up. Pain. https://doi.org/10.1097/j.pain.0000000000002162
  • Carvalho, C., Santos, Natalie N., António, R., & Martins, D. S. M. (2020). Supporting students’ engagement with teachers’ feedback: The role of students’ school identification. Educational Psychology. https://doi.org/10.1080/01443410.2020.1849564
  • Grover, M. P., Jensen, M. P., Ward, L. C., Ehde, D. M., Mattingley, J. B., Thorn, B. E., Ferreira-Valente, Alexandra, Day, M. A. (2020). An experimental investigation of the effects and mechanisms of mindfulness meditation versus self-hypnosis versus an attention control on cold pressor outcomes. Mindfulness. https://doi.org/10.1007/s12671-020-01556-7
  • Gatt, M. C., Furtado, Ricardo, Granadeiro, J. P., Lopes, Daniel, Pereira, E., & Catry, Paulo.(2020). Untangling causes of variation in mercury concentration between flight feathers. Environmental Pollution. https://doi.org/10.1016/j.envpol.2020.116105

   

 

 

 
 
Conversa com Steven Taylor
 

Em 2019, Steven Taylor, psicólogo clínico canadiano, escreveu: "uma nova pandemia deverá ocorrer nos próximos anos, de consequências potencialmente devastadoras". Chegaria no final desse mesmo ano.

A afirmação do psicólogo canadiano, da University of British Columbia, é retirada do seu livro publicado em 2019: “The Psychology of Pandemics: preparing for the next global outbreak of infectious disease.”

 
 
 

 
 
3.ª Edição: Grupo de Desenvolvimento Pessoal Através do Teatro Playback
 
Em parceria com a Clínica ISPA e promovido pelo dISPAr, o Grupo de Desenvolvimento Pessoal através do Teatro Playback regressa para a sua terceira edição.
 

 

 

 

 

Pedro Marques-Quinteiro no Wall Street Journal   Alexandra Ferreira-Valente no Público Emanuel Gonçalves na Wilder
Júlia Serpa Pimentel na peça “Ajudar quem precisa”, Lux Woman (versão impressa apenas) José Morgado no Público Frederico Almada na RTP

 

 

 

Athena: A nova Assistente Virtual do ISPA

Construída para interagir da forma mais humana possível, a Athena procurará dar respostas contextualizadas e acesso à informação e documentação solicitadas, permitindo, quando necessário, o contacto via email para os Serviços Académicos do ISPA. A Athena está acessível na página de entrada (área pública) do ISPADigital no botão “Fale connosco”, junto ao login ou na área privada dentro do balcão virtual na secção de “Pedidos”.