O seu browser não suporta JavaScript! ISPA N1 MINUTO | Newsletter abril 2021 | ISPA – Instituto Universitário
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ISPA N1 MINUTO | Newsletter abril 2021

 

 

Estamos há demasiado tempo sem a vossa presença. Nos corredores, nos pátios, nas salas de aula, nos laboratórios e nos auditórios.
Temos saudades daquilo que faz verdadeiramente o ISPA: os Ispianos. Agora que regressamos, lenta e cautelosamente à nossa casa comum, lembrem-se que compete, a cada um de nós, proteger este espaço que é nosso – e, sobretudo, as pessoas que o fazem.

Bem-vindos de volta.

 

 

 

João Gonçalo Camilo

Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

 

 

 

       

 

 

Sérgio Gaitas: Saber Escolher

 

“Costumo dizer que se a nossa vida é 100%, brincar é 20% dela – e isso deve ser feito na infância.” Sérgio Gaitas cresceu em Chelas, onde “vivia num prédio com oito andares, com quatro casas por andar e em que cada casa tinha, em média, dois miúdos. Éramos muitos e passávamos o tempo na rua, todos.”

 

O pai, Guarda Nacional Republicano, e a mãe, esteticista, “trabalhavam imenso e eu passava muitas horas sozinho, o que me dava uma margem de liberdade para fazer escolhas, nem sempre boas.” No entanto, Sérgio Gaitas acredita que a experiência na rua “foi muito importante para o meu desenvolvimento enquanto pessoa; o corpo-a-corpo com miúdos mais velhos e mais novos, a brincar juntos, foi uma vivência fundamental que não dá para repetir.”

 

Fez o 1.º Ciclo em Chelas, mas “as coisas não corriam bem”; os pais mudaram-no para a Voz do Operário, onde completou a escolaridade até ao 9.º ano. “A transição não foi necessariamente fácil, mas lá acabei por me adaptar. Durante este percurso comecei a jogar futsal, para onde direcionava as minhas energias – finais de dia, fins de semana, era tudo em torno daquilo. Fez-me criar, de alguma forma, uma ligação com um grupo de pessoas.” Relutantemente, prosseguiu estudos para o ensino secundário, voltando a Chelas onde, na Escola Secundária D. Diniz, despertou nele uma nova paixão: motas. Continuava a jogar futsal e tinha em mente seguir algo na área do Desporto na faculdade.

 

No entanto, no final do seu segundo 12.º ano, Sérgio Gaitas teve uma experiência que acabaria por lhe dar uma nova perspetiva. “Tive um acidente de mota muito grave – fiquei hospitalizado no São José meia dúzia de meses, estive muito tempo em estado de choque e nos cuidados intensivos: perfurei os pulmões, parti umas quantas costelas.” O internamento coincidiu com a altura das candidaturas às faculdades e o sonho de seguir Desporto ficava por terra, visto que havia pré-requisitos físicos. Aí, “acabei por ter uma viragem: ‘quero trabalhar com miúdos iguais a mim’ ou, como diz o Professor José Morgado, no dark side of the school.”

 

A decisão de seguir Psicologia da Educação formara-se porque “olhava para trás e, da maioria das pessoas que andaram comigo na escola, especialmente em Chelas: uns morreram, outros estão presos e outros, ninguém sabe deles; tens uma percentagem muito pequenina de miúdos que conseguiram ter um percurso de sucesso. Aqui entra a minha revolta: a maior parte deles tinha mais competências e capacidades que eu. Felizmente, consegui arranjar algumas referências que fizeram com que construísse um projeto de vida viável – muitos não conseguiram.”

 

Foi assim que ingressou no ISPA: “das coisas mais interessantes que notei logo foi a relação entre as pessoas, não só entre os alunos, mas sobretudo entre alunos e professores. Uma característica do meu percurso é que, desde que entrei para o ISPA, nunca mais saí.” Durante o mestrado começou a fazer capoeira, e isto iniciou em Sérgio Gaitas uma espécie de ritual: “algo que me vou apercebendo é que temos uma tendência natural para negligenciar quem está a aprender; então, um desafio com o qual me comprometi é, de cinco em cinco anos, iniciar uma nova atividade para nunca me esquecer do papel frágil que é a aprendizagem.”

 

Depois do seu doutoramento iniciou uma empresa dedicada ao combate ao insucesso e abandono escolar: Abraça a Escola. O projeto teve vida curta, segundo conta: “como era uma empresa privada, tivemos alguma dificuldade em subsistir por causa de financiamentos. Não queríamos direcionar a nossa oferta para quem tem dinheiro, não era esse o público-alvo. Queríamos trabalhar com quem não o tinha”.

 

A empresa funcionou durante dois anos e acabou por desaparecer.” Enquanto isto, “fui contactado pela Voz do Operário para assumir a direção pedagógica. Tinham-me ouvido a falar num encontro da Escola Moderna e reconheceram-me; a maior parte das pessoas que trabalham aqui ainda são as mesmas e, agora, sou chefe delas – é estranho.”

 

O espírito de comunidade e entreajuda é algo que Sérgio Gaitas procura integrar nos seus projetos científicos. “Percebi que a investigação nem sempre tem um impacto direto, por isso, rapidamente decidi que aquela que eu faço teria que ser uma coisa próxima das pessoas”. Um dos seus focos relaciona-se com o desenvolvimento e a aprendizagem da linguagem escrita “numa lógica de perceber o que é que os alunos pensam sobre ler, sobre escrever, para que possamos partir das ideias deles.” A outra área está relacionada com a inclusão e diferenciação pedagógica: “muito relacionada com o meu percurso de vida”, como coloca. “Se a escola for igual para todos e não tiver em conta o sítio de onde os miúdos vêm, aquilo que são e em que acreditam, não se consegue construir um projeto de vida individual e vamos estar a contribuir de forma significativa para a exclusão social”, acrescenta.

 

Atualmente, nesta veia das comunidades de aprendizagem, está a iniciar um trabalho de investigação virado para o papel dos outros, dos pares, na inclusão. “O maior indicador que temos para avaliar a qualidade de inclusão é o nível de participação social (em comunidades, em escolas), mas, quando estamos a intervir, não a promovemos nem envolvemos os outros como forma de a potenciar”, explica. Isto, segundo Sérgio Gaitas, gera um contrassenso e, na sua opinião, “a premissa de partida devia ser: como é que conseguimos promover o desenvolvimento individual no contexto de grupo?”

 

Salienta que “dentro de cada aluno há uma pessoa com uma história de vida, gostos, interesses, inseguranças, medos… esquecemo-nos disto e criamos no nosso imaginário coletivo uma figura que chamamos de aluno. É como se fossem todos iguais, não há um espaço para que a educação se humanize.” Sente também que tem havido uma desvalorização social dos professores vinda “do papel que é atribuído à escola. Acho que esta, depois, se sente de alguma forma posta em causa e afasta as famílias em vez de as chamar – esse reconhecimento de autoridade faz-se estando juntos. Já dizia o outro que ‘é impossível ser feliz sozinho’. Temos que chamar as pessoas para construirmos algo em conjunto.”

 

A maior lacuna na atual educação dos mais novos prende-se, na sua opinião, com a sensação de que “não há tempo para nada e isto leva a que vejamos coisas assustadoras: miúdos a mandar nos pais e que não sabem gostar de nada, não se interessam por nada. No meu entendimento isto é um reflexo de vivermos em fast-forward.” Vejo crianças de 6 anos que não comem sozinhas; eu percebo o pai que tem que se despachar e, por isso, dá de comer ao filho para ir trabalhar.” Esta corrida constante “impossibilita-nos de ir ao encontro das pessoas e ao seu desenvolvimento.”

 

Perguntamos a Sérgio Gaitas, pai de gémeas com 4 anos, o que lhes procura transmitir enquanto ensinamento para a vida. “Diria que a minha principal preocupação em relação a elas é que saibam fazer escolhas. ‘Quero isto!’ ‘Mas porque é que queres isto?’ É este pensar no que se quer, para saber escolher e viver com as consequências.”

 

O que é, para Sérgio Gaitas, ser Ispiano?

“Uma das coisas que caracteriza o ISPA é a preocupação das pessoas em reunirem-se em torno de algo comum, de co-construir o projeto educativo, e é isto que não podemos descuidar.”

 

 

 

 

 

O que nos falta para agir?

O Dia Mundial da Terra celebrou-se a 22 de Abril. Todos os anos serve de pretexto para várias campanhas bem-intencionadas de protecção do nosso planeta, dos ecossistemas e dos seres que nele habitam. Talvez valha a pena dar um passo atrás para tentar perceber por que não conseguimos mitigar as principais ameaças ambientais que, no fundo, permanecem as mesmas, pelo menos, ao longo das últimas décadas.

 

A poluição nas suas mais variadas formas, a sobreexploração de recursos e a destruição de habitats, por exemplo, não são acontecimentos recentes nem desconhecidos. O que nos falta para agir, colectiva e/ou individualmente?

 

É preciso combater o desconhecimento e a ganância, mais prejudiciais do que todas as ameaças que referi anteriormente. Não podemos conservar ou proteger o que desconhecemos. Para alguns grupos animais a taxa de extinção é tão elevada que muitas espécies vão desaparecer sem serem sequer descritas. Outras espécies são fortemente exploradas, desconhecendo-se os detalhes mais básicos do seu ciclo de vida. Animais e plantas exóticos progridem desenfreadamente em quase todos os ecossistemas sem que se possam prever as consequências, directas e indirectas, da sua expansão em habitats tão diferentes dos da sua origem. Por fim, é a ganância continuada dos homens que tem levado o planeta ao ponto em que se encontra.

 

É preciso que os cidadãos saibam cada vez mais do mundo natural, e de tudo o resto, para poderem exigir mais dos seus governos. É imperativo que se compreenda que o consumismo de hoje compromete o futuro, escurecendo o amanhã. Investir em ciência e tecnologia, pensar em novas soluções para velhos problemas e apostar em medidas de conservação activas, devia estar na ordem de cada dia. Investir nos jovens, semear a curiosidade e o amor pela natureza e pelos seres vivos de forma contínua e metódica. É isso que tentamos fazer com os nossos alunos, transmitir a importância do conhecimento e o fascínio pelo mundo vivo. No fundo, tornar cada aluno um estudioso da vida, um Biólogo. 

   

Joana Robalo

Professora e Diretora da Licenciatura em Biologia do ISPA

 

 

 

 

 

Coautora de nova brochura DGE

Professora Lourdes Mata

A Professora Lourdes Mata é coautora da nova brochura Participação e envolvimento das famílias ─ construção de parcerias em contextos de educação de infância, da Direção-Geral de Educação.

 

“Embora esteja especialmente direcionada para educadores/as, a sua leitura será útil para todos os profissionais de educação”, explica, “tem-se como objetivo central realçar o trabalho dos profissionais ao introduzirem intencionalidade na sua ação para uma participação plena e de qualidade das famílias.” Lourdes Mata adianta ainda que “é central nesta brochura o conceito de parceria, onde as famílias são parceiras dos profissionais, com o seu papel específico, mas com responsabilidade partilhada em tudo o que diz respeito à educação das crianças.”

 

O evento contou com a presença de Eulália Alexandre, Subdiretora-Geral da Educação, e de comentadores especialistas na área da educação de infância. A brochura foi apresentada numa sessão online no canal de YouTube da DGE, que pode ser vista aqui. https://youtu.be/ZhB-lww0JsQ

 

 

Ciclo de workshops Rede Pares

Projeto liderado pelo ISPA

O projeto Rede Pares, liderado pelo ISPA e financiado pelos EEA Grants no âmbito do programa Conciliação e Igualdade de Género, iniciou o seu ciclo de workshops no passado dia 24 de março com o tema “Community-based approach for Interpersonal Violence advocates: Thinking comprehensively about survivors’ lives”.

 

workshop decorreu via Zoom e foi transmitido ao vivo no Facebook do ISPA, com participantes, na sua maioria profissionais, não só nacionais, mas também de Angola, Itália e Islândia.

 

feedback dos participantes foi extremamente positivo, dizendo que este workshop foi “bastante pertinente para refletir e reavaliar os modelos de intervenção dominantes”, servindo para tomar contacto com “uma abordagem em que a vítima tenha opções” e para motivar as organizações da sociedade civil a “trabalhar mais a perspetiva do ativismo e da participação cívica”, como complemento às respostas dos serviços em matéria de violência contra as mulheres.

 

Nicole Allen, Professora na Universidade de Illinois Urbana-Champagne e a oradora principal deste evento, procurou introduzir uma visão de organização de respostas à violência contra as mulheres, e à violência doméstica em particular, centrada na perspetiva das sobreviventes e não dos serviços, com base no reconhecimento da capacidade destas mulheres para tomar decisões sobre a sua vida.

 

No modelo de participação cívica apresentado por Nicole Allen, são as sobreviventes de violência, e não os técnicos dos serviços, que são os especialistas, assumindo os serviços, quer do Estado, quer das organizações da sociedade civil, um papel de facilitação e acompanhamento das opções tomadas pelas mulheres.

 

Os parceiros do ISPA neste projeto são a Associação Caboverdiana de Setúbal, a Casa do Brasil de Lisboa, a Taipa e a W.O.M.E.N. da Islândia. Este foi o primeiro de um ciclo de workshops planeados até ao final de 2021.

 


 

Artigos publicados

  • Ferreira-Valente, Alexandra, Solé, E., Sánchez-Rodríguez, E., Sharma, S., Pathak, A., Jensen, M. P., Miró, J., de la Vega, R. (2021). Does pain acceptance buffer the negative effects of catastrophizing on function in individuals with chronic pain? The Clinical Journal of Painhttps://doi.org/10.1097/AJP.0000000000000930
  • Fernandes, Carla, Santos, Ana F., Fernandes, Marília, Verissimo, Manuela, Santos, António J., & Bost, K. (2021). Caregivers’ perceived emotional and feeding responsiveness toward preschool children: Associations and paths of influence. Nutrientshttps://doi.org/10.3390/nu13041334
  • Gąsiorek, P., Vončina, K., Ciosek, J., Veloso, M., Fontoura, Paulo, & Michalczyk, Ł. (2021). New indomalayan nebularmis species (heterotardigrada: Echiniscidae) provoke a discussion on its intrageneric diversity. Zoological Lettershttps://doi.org/10.1186/s40851-021-00172-0
  • Correia, Joaninha D. G., Ferrinho, P., & Andrade, Luís. (2021). Citizens' trust in the health care institutions as a neglected dimension in strategic health planning data from Guinea-Bissau. International Journal of Health Planning and Managementhttps://doi.org/10.1002/hpm.3168
  • Silva, Cristina, Peixoto, Francisco, & Salvador, Liliana. (2021). “To give someone a fish or teach them how to fish?”: Effects of a self-reflection tool on orthographic performance in portuguese children. Reading and Writinghttps://doi.org/10.1007/s11145-021-10154-5
  • Chong, Y. Y. et al. (Neto, David D.) (2021). Patterns of psychological responses among the public during the early phase of covid-19: A cross-regional analysis. International Journal of Environmental Research and Public Healthhttps://doi.org/10.3390/ijerph18084143
  • Julião, M., Fareleira, F., Xavier, M. R., & Brito, Ana T. (2021). Children's emotional understanding of death: Response to Silva et al paper. [A compreensão emocional da morte pela criança: Resposta ao artigo de Silva et al]. Acta Medica Portuguesahttps://doi.org/10.20344/amp.15875
  • Sabolić, I., Baltazar-Soares, Miguel, & Štambuk, A. (2021). Incorporating evolutionary based tools in cephalopod fisheries management. Reviews in Fish Biology and Fisherieshttps://doi.org/10.1007/s11160-021-09652-0
  • Abreu-Afonso, José, Ramos, Maria M., Queiroz-Garcia, Inês, & Leal, Isabel. (2021). How Couple’s relationship lasts over time? A model for marital satisfaction. Psychological Reportshttps://doi.org/10.1177/00332941211000651
  • Mata, Lourdes, Monteiro, Vera, Peixoto, Francisco, Santos, Natalie N., Sanches, Cristina, & Gomes, Marta. (2021). Emotional profiles regarding maths among primary school children – A two-year longitudinal study. European Journal of Psychology of Educationhttps://doi.org/10.1007/s10212-020-00527-9
  • Stokes, A. W., Catry, Paulo, Matthiopoulos, J., Boldenow, M., Clark, T. J., Guest, A., Marengo, I., & Wakefield, E. D. (2021). Combining survey and remotely sensed environmental data to estimate the habitat associations, abundance and distribution of breeding thin-billed prions pachyptila belcheri and Wilson’s storm-petrels oceanites oceanicus on a south atlantic tussac island. Polar Biologyhttps://doi.org/10.1007/s00300-021-02842-3
  • Espigares, F., Abad-Tortosa, D., Varela, S. A. M., Ferreira, M. G., & Oliveira, Rui F. (2021). Short telomeres drive pessimistic judgement bias in zebrafish. Biology Lettershttps://doi.org/10.1098/rsbl.2020.0745
  • Pinheiro, L. M., Agostini, V. O., Lima, André R. A., Ward, R. D., & Pinho, G. L. L. (2021). The fate of plastic litter within estuarine compartments: An overview of current knowledge for the transboundary issue to guide future assessments. Environmental Pollutionhttps://doi.org/10.1016/j.envpol.2021.116908
  • Mendes, T. et al. (Maroco, João). (2021). Memory awareness in patients with Major Depressive Disorder. Journal of Psychiatric Research. https://doi.org/10.1016/j.jpsychires.2021.03.016
  • HOME_EU Consortium Study Group. (Vargas-Moniz, Maria J., Ornelas, José). (2021). Factors associated with providers' work engagement and burnout in homeless services: A cross-national study. American Journal of Community Psychologyhttps://doi.org/10.1002/ajcp.12470

  

   

 

 

 
 

Conversas no Divã – Próximos convidados

 

As primeiras conversas deram “pano para mangas” – por isso, deixamos aqui as sessões do mês de maio deste novo formato do Centro Cultural do ISPA:

 

 
 

 
 
Ciclo de Conferências – Especiais Mestrados ISPA 
 

Maio encerra o Ciclo de Conferências do ISPA deste ano letivo, continuando a série especial sobre a nossa oferta formativa em Mestrados.

 

  • 06 maio: Neurociências Cognitivas e Comportamentais (parceria UCP), por Rui Oliveira
  • 13 maio: Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento, por Maryse Guedes
  • 20 maio: Educação Pré-escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, por Ana Teresa Brito
  • 27 maio: Psicologia Social e das Organizações, por Duarte Pimentel

 

Fiquem atentos às transmissões em direto no nosso Facebook e às sessões de perguntas e respostas no nosso Instagram.

 

 

 
 

ISPA Hot Topics

 

 

Maio é um mês recheado de eventos, e esta nova rubrica vai pegar fogo. Apresentamos os ISPA Hot Topics – um frente a frente com especialistas não só da casa, mas também nacionais e internacionais, sobre temas controversos que estão na ordem do dia.

 

O primeiro tema? “Drug policies: a legal question, a health problem, or a recreational issue?”

 

Marquem no calendário o dia 21 de maio. Estas conversas prometem – e serão em direto no nosso Facebook e LinkedIn. Juntem-se a nós.

 

 

 

 

 

 

Fim do MIP e Novos Cursos

As alterações legislativas publicadas em 2018 determinaram o fim dos Mestrados Integrados em Psicologia. O que muda então?

 

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“Dor, Psicologia e Pandemia”, colóquio online da Escola de Psicologia do ISPA atrai 300 participantes

 

“Estou muito grata ao ISPA - Instituto Universitário pela aposta nesta área do conhecimento e acolhimento deste evento”, disse Alexandra Ferreira-Valente, “e também a todos os oradores, moderadores e participantes que aceitaram o desafio de discutir os contributos da psicologia para a gestão de um problema de saúde tão prevalente e impactante, contribuindo assim para o sucesso destes dois dias”. 

 

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Dia Aberto (Virtual) ISPA

 

O Dia Aberto do ISPA decorreu nos dias 26, 27 e 28 de abril, totalmente em formato virtual.

 

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XV Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Psicologia Experimental

 

Coorganizado pelo ISPA, ao longo dos dois dias do evento estiveram presentes mais de 170 participantes nacionais e internacionais. “A qualidade dos trabalhos apresentados atesta o grande desenvolvimento desta área da psicologia onde o ISPA se encontrou vastamente representado”, disse a Professora Teresa Garcia-Marques.

 

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Miguel Freitas no Público  Ana Teresa Brito na Educare.pt 

Ivone Patrão no Canal S+ (Dia Mundial da Saúde) (TV apenas)

José Morgado no Público 

 

Dia Aberto Virtual do ISPA na HR Portugal

Dia Aberto Virtual do ISPA na Forum Estudante

Dia Aberto Virtual do ISPA na Mais Superior

 

 

 

 

 

 

Está oficialmente aberto o período de Acesso e Ingresso ao Ensino Superior.

 

Os calendários estão já disponíveis para consulta no site do ISPA: http://bit.ly/acessoISPA21