O seu browser não suporta JavaScript! ISPA N1 MINUTO | Newsletter fevereiro 2021 | ISPA – Instituto Universitário
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ISPA N1 MINUTO | Newsletter fevereiro 2021

 

 

Nunca o amor precisou tanto dele próprio como neste período conturbado pelo qual passamos. É inegável que estes são tempos estranhos e difíceis, mas uma coisa é certa, o amor não pode ser adiado.

 

No mês em que o amor é celebrado, e sendo essencial que nos mantenhamos afastados fisicamente, ainda assim, não podemos deixar que essa distância ponha em causa aquele sentimento que nos provoca tantas sensações inexplicáveis, tanto para psicólogos, biólogos ou educadores, como ter “borboletas na barriga”, estar num “turbilhão interior” ou “ficar com as pernas bambas”.

 

Inspiremo-nos pelas palavras de Al Green e deixemos o amor fluir… "C'mon, let's, let's stay together, I'll keep on lovin' you whether, Whether times are, oh times are good or times are bad".

 

Ricardo Romão

Gabinete de Marketing e Comunicação

 

 

       

 

 

A Odisseia de Rui Costa

Da sua casa na Trafaria, onde cresceu, Rui Costa está a preparar-se para ir almoçar e começa por salientar que “todo o meu trabalho passa de alguma forma pela gastronomia. Seja num momento de visão, de ter a ideia, ou depois de já a ter e querer começar a organizar a escrita, há sempre alguma fase em que a mesa auxilia na minha produção”.

 

A sua mente adolescente seria moldada, em parte, pelo livro Freud para Principiantes: “fiquei extremamente impressionado com a ideia do inconsciente e o que podemos aprender com coisas que à partida não damos muito valor, como um sonho”. Ainda assim, só viria a tornar-se psicólogo depois dos 30 anos.

 

Antes de seguir os caminhos da sexologia e da ciberpsicologia, Costa entrou em 1987 para o curso de Planeamento Regional e Urbano na Universidade de Aveiro, “mas, apesar da estadia nessa cidade me ter marcado muito pelo ambiente académico – conheci lá os meus grandes amigos da vida – o curso não me seduziu muito”. Em 1991 resolveu voltar para Lisboa, e no ano seguinte matriculou-se em Línguas e Literaturas Clássicas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, por ter uma paixão por História e pelas antigas civilizações e as suas obras literárias. 

 

A sua permanência nesse curso foi, devido a um período conturbado a nível pessoal, de pouca duração. “Enquanto estava em modo Schrödinger em Letras, a beber uma cerveja, tive subitamente uma espécie de revelação que queria ser psicólogo.” Decide seguir esta ideia, já com 27 anos, e inscreve-se na Universidade Lusófona. O seu grande sonho era tornar-se psicanalista, pelo que já tinha lido de Freud, mas no último ano “tive um professor, Américo Batista, que me fez mudar um pouco a forma de ver as coisas – na altura ele estava muito interessado na psicologia evolutiva. Isso foi marcante para mim porque é uma área que tem ramificações para a biologia e para as ciências sociais, mas, sobretudo, contém esse elemento de história que, a nível pessoal, me é muito importante: o passado, a ancestralidade, como um homem pré-histórico continua a influenciar o nosso comportamento”. Os temas apresentados pelo professor dividiam-se então entre o ciúme e o orgasmo feminino, e uma colega de curso ficou com o primeiro tema. Ainda que Rui Costa admita que “não estava particularmente interessado na sexologia”, para investigar em psicologia evolutiva na altura tinha que trabalhar essa área – “e acabei por ficar de vez interessado nisso”.

 

Para a sua tese de mestrado, “trabalhava sete horas por dia numa associação para deficientes mentais adultos e, à noite, ia para a universidade andar pelo campus a perguntar às pessoas se queriam vir ao laboratório participar num estudo enquanto a resposta eletrodérmica era medida.” Descobriu em primeira mão que a adesão das pessoas “à investigação sexológica é muito grande, especialmente das mulheres, que parecem ter mais sede de autoconhecimento”. Acabou o mestrado apaixonado pela psicofisiologia: “o meu trabalho de investigador no ISPA tem uma componente que estuda como é que o comportamento sexual se correlaciona com o padrão do batimento cardíaco e com a testosterona”.

 

No congresso da Society for Psychophysiological Research, que calhou em Lisboa na altura, conheceu a sua segunda grande figura de influência, e que acabaria por tornar-se no seu orientador de doutoramento na University of the West of Scotland: Stuart Brody. “Os cientistas são seres humanos, têm valores, acreditam em coisas. Trabalhar com o Brody foi desafiante porque ele gosta de provocar as crenças das pessoas – e a ciência precisa muito disto”. Regressa a Portugal três anos depois, em plena crise económica: “era a chamada ‘fuga dos cérebros’ e eu só dizia ‘quero ser cientista em Portugal’”. Tinha como objetivo estudar como é que a testosterona interage com a personalidade para gerar o desejo sexual, e para isso precisava de orientação na área da Biologia. Foi assim que se juntou à unidade do Professor Doutor Rui Oliveira no ISPA. Entretanto, passou a ser orientado no pós-doutoramento pela Professora Doutora Isabel Leal por causa da componente psicanalítica do seu estudo e das reformulações nas unidades de investigação do ISPA, e “isso fez-me de facto pensar que tinha tido um círculo completo, visto que a primeira coisa que queria quando comecei a estudar psicologia era ser psicanalista”. Acabou o pós-doutoramento já no atual William James Center for Research. Hoje, diz que ser investigador e professor no ISPA “é algo que me apaixona e dá imenso prazer”.

 

Em retrospetiva, assume que a queda pela ciberpsicologia, o seu outro grande interesse de investigação, começou “na fase dos 20 anos, a ler muita ficção científica”. O jovem adulto que vestia camisas de flanela, calçava Doc Martens e ouvia Nirvana admite que os temas das histórias o marcaram: civilizações distópicas, as máquinas que se revoltam, a dependência da tecnologia. Tudo isto veio a aguçar o interesse atual, muitos anos depois. “Há um uso excessivo da tecnologia e a própria comunicação social tem tido bastante interesse no nosso trabalho; acho que ler essa literatura aos 20 anos deixou-me particularmente alerta para estas problemáticas”. Cita 1984 de George Orwell, Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e Fahrenheit 451 de Ray Bradbury como porta-estandartes para os perigos de perder contacto com o nosso passado. “O 1984, então, é um murro no estômago: o Big Brother saber que os ratos são o maior medo do Winston… não estamos muito longe disso com o que os gigantes da tecnologia sabem sobre nós”.

 

A curiosidade sobre tempos passados perdura em Rui Costa. Já a trabalhar no ISPA frequentou, como aluno não-inscrito, aulas de Latim na Faculdade de Letras. “Não é só pela língua em si, mas também por aquilo que se pode aprender com ela, perceber as coisas em primeira mão. Para mim, o entendimento da história é algo crucial para ter uma reflexão também sobre a mente humana. Acho importantíssimo ler os clássicos como a Odisseia, e acho que atualmente isso está um bocadinho caído no esquecimento”.

 

Pondo os olhos no futuro, Rui Costa vê as suas duas principais áreas de trabalho numa perspetiva de crescente importância. “O interesse na sexologia tem que ser sempre cultivado”. Ainda se depara muitas vezes com posturas defensivas e relutantes em ambientes sociais quando diz que investiga a sexualidade. “Creio que redobra o preconceito que já existe em relação aos psicólogos: há um bocado a ideia de que ‘ele vai descobrir as minhas fraquezas, vai analisar-me, vai perceber a minha fraqueza’; então se essa fraqueza for no sexo, as coisas só pioram. Dizer que sou um investigador da sexualidade humana lá fora tem um certo risco”.

 

Por outro lado, na ciberpsicologia, “a pergunta que estou a fazer é: será que a comunicação online cria solidão? Acho particularmente pertinente para a época em que vivemos perceber exatamente o que é que estas coisas maravilhosas e extremamente úteis podem estar a fazer à nossa vida, à nossa mente; será que se estão a tornar tão aditivas ao ponto de preferirmos deixar de comunicar uns com os outros presencialmente?” No cerne desta área, Rui Costa acredita que uma pergunta mais abstrata, mas extremamente relevante, deve ser: “Qual é a nossa perceção do mundo? Com o Google e o Facebook a filtrarem a informação que vemos, não é propriamente como irmos à biblioteca e pegarmos num livro para procurar informação. Online, ela já nos aparece filtrada; portanto, será que estamos a afunilar a nossa visão e a ficar pouco abertos à diferença em virtude dessa filtragem a que, aparentemente, estamos a ser sujeitos?”

 

O que é, para Rui Costa, ser Ispiano?

“É fazer aquilo que gosto e que me apaixona, é estar inspirado para a ciência e para vida. O ISPA tem uma componente cultural e artística muito forte, até pelos quadros que tem e pelos seus ciclos de cinema e eventos, não é só um espaço de ciência. Mudei-me para Alfama para estar perto do ISPA; esta coisa ancestral de viver ao pé do trabalho num bairro historicamente interessante, numa casa sem internet, só é possível tendo o trabalho ao lado. Escolhi fazê-lo para ter o máximo de perceção do que é uma vida offline. O ISPA ajudou-me a viver um bocadinho à moda antiga – se não estivesse ali ao lado, não conseguiria ter esta experiência tão enriquecedora.”

 

 

 

 

 

O desamor em tempos de pandemia

A pandemia, de um modo geral, e o confinamento, em particular, atirou-nos para a esfera privada. Isto significa que ficámos em maior confronto com isso mesmo, com a nossa vida íntima, doméstica, amorosa, relacional, sexual e intrapessoal. Este tempo de recolhimento obrigatório expõe as forças e fraquezas das nossas relações de intimidade amorosa ou da falta delas. Ficámos sem escapatória, sem distrações e sem desculpas. Temos mesmo de olhar para o que temos e para o que não temos ou gostaríamos de ter. E aqueles que não sabiam ainda o que queriam ou não queriam, também tiveram de pensar um bocadinho mais.

 

Esta intensificação da esfera privada, depois de vários anos em que a esfera pública foi muito mais ampla, pode ser difícil para muitas pessoas. Foi-nos pedido o compromisso de tomar melhor conta de nós – e dos outros! E isto pode ser desafiante ou penoso para alguns, impossível para outros e gratificante para aqueles que são capazes de o fazer.

 

O impacto da pandemia nas relações depende do tipo de relação que se tem e da qualidade da intimidade dessa relação. Se a intimidade era boa, e o privado era bom, não há perdas nem danos a registar. Mas para aqueles casais em que o privado era mau e algo a evitar, pode ser desastroso e violento. O confinamento expõe as dificuldades do casal, como se estivessem debaixo de uma lupa, fazendo-as saltar à vista. E se ao longo dos anos o casal foi conseguindo contornar e afastar-se dessas dificuldades, com o aumento da convivência no mesmo espaço, e sem possibilidade dos escapes que eram usados, o casal não tem como não se confrontar.

 

Quando não há parceiro, também pode existir um sentimento de desamor e desesperança. Tenho ouvido algumas pessoas dizerem que têm a vida parada, que nada acontece, e que vivem um tempo vazio e com pouco sentido. São pessoas bem-sucedidas, satisfeitas no âmbito profissional e felizes no contexto social e cultural. Têm amigos, dinheiro, casa, horizontes largos pelas viagens que já fizeram, mas falta-lhes alguma coisa fundamental. Falta a partilha com alguém significativo.

 

Estes tempos de privação do abraço e da interação física, da paixão e do sexo, vêm confirmar inequivocamente o que sempre soubemos: que o amor e a sexualidade são bens de primeira necessidade. Somos seres feitos para o contacto físico e amoroso com outros seres humanos e a privação disto traz sofrimento.

  

Ana Alexandra Carvalheira

Professora Auxiliar do ISPA - Instituto Universitário

 

 

 

 

ValChild

Reconhecimento do papel das amas na 1.ª Infância

As professoras do ISPA Ana Teresa Brito e Lourdes Mata integram o projeto ValChild, que conta com cinco parceiros europeus (França, Grécia, Holanda, Irlanda e Portugal). Tem como principal objetivo tornar visíveis e validar as competências não-formais e informais de amas e outros cuidadores de ação educativa.

 

Este projeto ERASMUS+ teve início em outubro de 2018 e aproxima-se agora do fim. Neste âmbito, foram realizados dois workshops em Portugal, na Irlanda e em França, para promover a reflexão sobre os instrumentos que desenvolveu e propõe: perfil de competências para amas e outros cuidadores na infância, processo de validação de competências e caixa de ferramentas, com especial destaque para a construção do Portfolio que procura traduzir a singularidade e valor do percurso de cada candidata/o no processo de validação.

 

No primeiro workshop promovido pelo ISPA participaram 15 amas e outras cuidadoras de ação educativa, e no segundo, 27 especialistas do Instituto de Segurança Social, das Equipas de Acompanhamento a Amas, Equipas Municipais, Formadores e Empregadores de Amas, entre outros. O debate, que tinha como finalidade partilhada contribuir para a melhoria da qualidade da Educação na Primeira Infância dignificando e valorizando o papel das amas, foi um sucesso, sublinhando a relevância de um trabalho em rede.

 

Saibam mais no site do projeto: https://www.valchild.eu/

Assistam ao vídeo de apresentação (em inglês): https://youtu.be/ejfdfJyO4t4 

 


 

Artigos publicados

  • Jarego, Margarida, Pimenta, Filipa, Pais-Ribeiro, José, Costa, Rui M., Patrão, Ivone, Coelho, L., & Ferreira-Valente, Alexandra. (2021). Do coping responses predict better/poorer mental health in portuguese adults during portugal's national lockdown associated with the COVID-19? Personality and Individual Differences. https://doi.org/10.1016/j.paid.2021.110698
  • Santos, M., Santos, Natalie N., Franco, G., & Silva, E. (2021). Social and emotional learning in elementary school children: The evaluation of the KidsTalentum program. PSICOLOGIA. https://doi.org/10.17575/psicologia.v34i2.1503
  • Amaral, R., Monteiro, L., Santos, C. & Torres, Nuno. (2021). Beliefs about the role of the father in a sample of portuguese men: Implications for a positive parenting. PSICOLOGIA. https://doi.org/10.17575/psicologia.v34i2.1517
  • Pereira, Ana M., Cadeireiro, Emília, Ocaña, O., Vukić, J., Šanda, R., Mirimin, L., & Robalo, Joana I. (2021). Molecular and morphological validation of the species of the genus actinia (actiniaria: Actiniidae) along the atlantic iberian peninsula. Regional Studies in Marine Science. https://doi.org/10.1016/j.rsma.2021.101648
  • Esposito, G., Marôco, João, Passeggia, R., Pepicelli, G., & Freda, M. F. (2021). The italian validation of the university student engagement inventory. European Journal of Higher Education. https://doi.org/10.1080/21568235.2021.1875018
  • Ribeiro-Gonçalves, José A., Pereira, H., Costa, Pedro A., Leal, Isabel, & de Vries, B. (2021). Loneliness, social support, and adjustment to aging in older portuguese gay men. Sexuality Research and Social Policy. https://doi.org/10.1007/s13178-021-00535-4
  • Handley, J., Rouyer, M.M., Pearmain, E.J., Warwick-Evans, V., Teschke, K., Hinke, J.T., Lynch, H., Emmerson, L., Southwell, C., Griffith, G., Cárdenas C.A., Franco, A.M.A., Trathan, P., Dias, Maria P. (2021). Marine important bird and biodiversity areas for penguins in Antarctica, targets for conservation action. Frontiers in Marine Science. https://doi.org/10.3389/fmars.2020.602972
  • D’Aniello, B., Fierro, B., Scandurra, A., Pinelli, C., Aria, M., & Semin, Gün R. (2021). Sex differences in the behavioral responses of dogs exposed to human chemosignals of fear and happiness. Animal Cognition. https://doi.org/10.1007/s10071-021-01473-9
  • Guedes, Maryse, Monteiro, L., Santos, António J., Torres, Nuno & Veríssimo, Manuela. (2021). Examining the factorial structure of the maternal separation anxiety scale in a portuguese sample. Frontiers in Psychology. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2020.571734
  • Baltazar-Soares, Miguel, Lima, André R. A. & Silva, Gonçalo. (2021). Targeted sequencing of mitochondrial genes reveals signatures of molecular adaptation in a nearly panmictic small pelagic fish species. Genes. https://doi.org/10.3390/genes12010091
  • Garcia-Marques, Teresa & Bártolo-Ribeiro, Rui. (2020). The closed-ended questions formats: The nature, validity and reliability of their responses. Análise Psicológica. https://doi.org/10.14417/ap.1659
  • Garcia-Marques, Teresa, & Prada, M. (2020). When does brand matter more than our senses? The influence of touching or smelling experience on product evaluation. Análise Psicológica. https://doi.org/10.14417/ap.1725

   

 

 

 
 

Presença Terapêutica e Psicoterapia Online em Tempos de Pandemia Covid-19: Uma perspetiva dos psicoterapeutas – 11 março, 18h30, Zoom

 

No próximo dia 11 de março, a Academia de Psicoterapeutas da Clínica ISPA promove, via Zoom, o evento “Presença Terapêutica e Psicoterapia Online em Tempos de Pandemia Covid-19: Uma perspetiva dos psicoterapeutas”, ancorado pela Dra. Sara Rathenau e pelo Dr. Alexandre Vaz.

 

A pandemia de COVID-19 trouxe mudanças a todos os níveis da nossa vida. Muitos terapeutas em todo o mundo foram obrigados a transitar para o contexto online, que tanto cria dificuldades como oportunidades de aprendizagem para os psicólogos e psicoterapeutas. A literatura tem demonstrado que a presença terapêutica é um fator comum e uma variável importante na eficácia e na mudança terapêutica. Assim, surgem algumas questões fundamentais:

 

É necessário mais e melhor apoio psicológico – como poderemos melhorar a terapia online?

Será que ao melhorarmos os valores de presença terapêutica em contexto online estamos também a melhorar os serviços de apoio psicológico? Se sim, como poderemos melhorar os valores de presença terapêutica?

 

Estas e outras perguntas serão abordadas, tendo por base num estudo realizado entre abril e maio do ano passado com uma amostra de terapeutas portugueses e estrangeiros que praticam terapia online.

 

Será também apresentada investigação realizada com terapeutas nacionais e internacionais, sobre a experiência dos psicoterapeutas em contexto de intervenção online durante a Pandemia COVID-19.

 

Este evento conta com o apoio da OPP.

 

Inscrições gratuitas e obrigatórias: clinica@ispa.pt

 

 

 

A Psicologia da Pandemia: mais de 400 participantes na conferência online de Steven Taylor
No passado dia 18 de fevereiro, Steven Taylor (University of British Columbia, Canadá) foi o orador numa sessão Zoom promovida pela Clínica ISPA sobre o tema “A Psicologia da Pandemia”, que juntou mais de 400 participantes de todo o mundo.

 

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Professora Telma Almeida participa em novo livro de Psicologia Forense
A Professora Telma Sousa Almeida, psicóloga e Professora Auxiliar no ISPA, publicou recentemente um capítulo sobre avaliação da capacidade de testemunhar, integrado no livro Psicologia do Testemunho - da Prática à Investigação Científica, editado pela Pactor.

 

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Provas de Agregação do Professor Paulo Catry
O Professor Paulo Catry, Professor Auxiliar no ISPA e investigador no MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, prestou no dia 11 de fevereiro provas de Agregação, tendo sido aprovado por unanimidade por um júri de especialistas presidido pela Reitora do ISPA, Professora Doutora Isabel Leal.

 

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Grupo de Desenvolvimento Pessoal através do Teatro Playback: à conversa com o Professor António Gonzalez
No passado dia 18 de fevereiro teve início a 3.ª edição do Grupo de Desenvolvimento Pessoal através do Teatro Playback. Falámos com o Professor António Gonzalez, docente e investigador no ISPA e diretor do dISPAr Teatro, grupo de teatro do ISPA que promove esta atividade.

 

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Prof. José Morgado num debate da Fundação Francisco Manuel dos Santos
O Prof. José Morgado, psicólogo educacional e professor do ISPA, participou como orador no dia 23 de fevereiro no debate organizado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos dedicado ao tema "Professores à Beira do Ataque de Nervos?"

 

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Gün Semin na Visão  Sarditemp no Diário de Notícias 
Ivone Patrão no Público  Steven Taylor na Antena 1 

 

 

 

Atendimento dos Serviços Académicos

Relembramos que apesar das aulas decorrerem remotamente, os Serviços Académicos continuam a assegurar o atendimento presencial, mediante agendamento prévio, para o email sa@ispa.pt