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A revolta é o remédio para a depressão - Entrevista a Coimbra de Matos, Expresso – Revista E (18-02-2017)

 

 

Fez do amor o seu Deus, dedicou a vida a estudar um dos lados mais negros da vida, a depressão. E promete continuar, a estudar, a investigar, a guiar os seus pacientes como se fosse um farol e um catalisador. António Coimbra de Matos, 87 anos, viúvo há quase um. Médico psiquiatra, mas, sobretudo, o psicanalista português que mais se destacou, mantém o mesmo gosto em conversar. Como se ainda estivesse a dar aulas na Faculdade de Psicologia de Lisboa, no ISPA, ou a dar conferências. E o gosto em ouvir, como se tivesse à sua frente um paciente deitado no divã, sem o julgar ou criticar.

 

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No que toca à matemática, nos exames nacionais as raparigas saem-se melhor mas nos testes internacionais ganham os rapazes.

Em entrevista ao Público, os comentários dos Professores do ISPA Francisco Peixoto e José Morgado.

 

“É para o menino e para a menina?”, Público, 24-06-2016

 

 

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Ao contrário do que se pensa, de um modo geral a inimputabilidade não é atribuída com frequência nos tribunais portugueses. Pelo contrário: muitas vezes as pessoas têm doenças mentais graves, psicoses, e são declaradas imputáveis. Vão para as prisões, onde não se integram. A ideia de que se dizem maluquinhas para escapar à justiça não é correcta: é muito difícil enganar um perito experiente, que consegue perceber quando uma perturbação mental é simulada”, observa Vítor Amorim Rodrigues, psiquiatra da clínica ISPA — Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida.

 

“João matou o filho bebé. Deve ser punido ou tratado?”, Público, Público Online, 20-11-2015

 

 

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A psicóloga clínica e investigadora do ISPA Ana Carvalheira afirma que nos últimos dois anos lhe têm chegado ao consultório homens que encontraram nesta app uma saída para os seus fracassos sexuais. “São sujeitos que sempre tiveram dificuldade em flirtar, abordar mulheres, e depois de terem descoberto o Tinder tem sido um ver se te avias'.

 

“Tu estás livre e eu estou livre e há um Tinder”, Expresso - Revista E , 26-09-2015

 

 

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