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Desde o início da década de 90 do século XX, que um grupo de psicólogos portugueses se começou a preocupar, de forma sistematizada, com os aspectos da ética na prática da profissão. Também a nível europeu foi por esta altura que a EFPA (European Federation of Psychologists Associations), criou o primeiro grupo de trabalho com o objectivo de discutir e redigir um código deontológico para os psicólogos europeus. Em 1993 é criado na Assembleia-geral de Tampere (Finlândia) um grupo, que integra um representante português nomeado pelo Sindicato Nacional dos Psicólogos. Em 1995 este grupo vê aprovada pela Assembleia-geral em Atenas a sua proposta de Meta-Código Europeu de Ética. Paralelamente a estes movimentos dos psicólogos europeus, o grupo de psicólogos portugueses organiza, em 1996, o I Colóquio Europeu de Psicologia e Ética. Esta iniciativa pioneira, abriu um espaço de reflexão e discussão entre psicólogos e outros profissionais e académicos oriundos de outras áreas do conhecimento. Estava com este Colóquio iniciado um processo que continua vivo e se mantêm único no contexto da Psicologia europeia. A discussão e o intercruzamento de experiências e saberes continuaram presentes no II e III e IV Colóquios Europeus de Psicologia e Ética, respectivamente em 2003, 2006 e 2009.
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